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Os resultados da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) e os investimentos de mais de R$ 54 milhões na infraestrutura da rede de distribuição de gás canalizado para os próximos cinco anos foram apresentados ao governador da Paraíba, Ricardo Coutinho e ao presidente da Mitsui Gás e Energia do Brasil, Hiroki Toko, durante audiência na manhã desta sexta-feira (14), na Granja Santana.
O gerente de mercado Industrial e Automotivo, Alairson Gonçalves, apresentou os projetos prioritários e dados como a expansão da rede de distribuição de gás canalizado nos últimos oito anos, que saiu de 252 km em 2010 para 321 km em 2018, um crescimento de 27%. Ele destacou o crescimento do número de clientes entre 2010 e 2018, saltou de 872 para 17.500, demonstrando que a companhia está cada vez mais próxima dos paraibanos.
De acordo com a diretora-presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, esse crescimento se deve também a política do governo do Estado para atração de novos investimentos imobiliários, comerciais e industriais e a expansão da rede de distribuição do gás natural em áreas estratégicas. Ela destacou como uma das prioridades a ampliação da rede para atender aos mercados urbanos e para o município de Cabedelo.
Outros resultados também foram apresentados como o crescimento de 20% da quantidade de ligações no mercado residencial e comercial em relação a 2017. Foram 3 mil ligações residenciais e comerciais, este ano, e 2.303 residências e comércios no ano passado. Também cresceu em 20% o número de indústrias ligadas ao gás canalizado com mais oito indústrias que agregaram volume de gás consumido, principalmente no 2º semestre do ano. No segmento GNV foram instalados 630 novos kits dentro do programa de incentivo ao GNV que bonifica em até R$ 1 mil os motoristas que instalarem os kits de 5ª geração nas oficinas credenciadas.
“Teremos nos próximos anos uma expansão da rede de distribuição do gás canalizado em bairros como Brisamar, João Agripino, Torre e Bessa em João Pessoa e no centro de Campina Grande, levando a infraestrutura energética para novos empreendimentos residenciais e comerciais”, explicou Tatiana Domiciano.
O governador Ricardo Coutinho destacou a importância estratégica do gás natural canalizado e a atratividade para o cidadão ou o empresário ter a rede de gás passando em sua porta. Ricardo colocou como estratégico a ampliação da rede de distribuição de gás canalizado para o distrito de Alhandra e Caaporã e frisou que esse trabalho terá continuidade com a equipe do futuro governo de João Azevêdo.
O presidente da Mitsui Gás e Energia do Brasil. Hiroki Toko, destacou que o grupo está muito satisfeito com a parceria com o governo do Estado e com os resultados obtidos pela PBGÁS e de como vai fazer para aproveitar as oportunidades e aprofundar a sua missão de implementar a infraestrutura necessária para contribuir cada vez mais com o desenvolvimento da Paraíba.
Também participaram da audiência o executivo Takuya Kawabe, diretor de Operações da Mitsui Gás; Ricardo Cavalcanti, Diretor Regional da Mitsui, Raimundo Bastos, do Conselho Administrativo da PBGÁS e também da Mitsui; Giovane Rosa, Diretor Administrativo Financeiro da PBGÁS e Deusdete Queiroga, secretário de Recursos Hídricos, Infraestrutura e Meio Ambiente e do Conselheiro administrativo da PBGÁS.

A indústria Tees, fabricante das sandálias Kenner, começou há pouco mais de um mês a operar com gás natural canalizado e comemora uma economia de quase 40% na conta do gás. Após a decisão de concentrar a produção e montagem na Paraíba, a fábrica, localizada em Campina Grande, optou por converter suas caldeiras e equipamentos do refeitório ao gás natural canalizado em busca de economia e um processo mais limpo do ponto de vista ambiental.
Recentemente, a diretora presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano e os diretores Paulo Campos e Giovane Rosa visitaram o novo cliente para acompanhar os primeiros resultados da mudança. Eles foram recebidos pelos gerentes industrial da TEES, Paulo Ventura e de manutenção, Paulo Henrique, que apresentaram a linha de produção e puderam atestar os bons resultados obtidos após a utilização do gás canalizado.
A presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, avaliou como positiva a visita pela troca de experiência e a sinergia entre a PBGÁS e a empresa no sentido de ampliar a utilização do gás natural para otimizar os resultados. “O gás natural oferece vantagens como o fornecimento contínuo, sem a necessidade de reabastecimento, e sua utilização possibilita uma economia considerável. A companhia está à disposição das indústrias que estiverem interessadas em melhorar seus processos com a utilização de um energético mais limpo e eficiente”.
O gerente industrial da fábrica, Paulo Ventura avaliou que a decisão de aderir ao Gás natural foi acertada pela economia e a praticidade do fornecimento contínuo. Ele destacou que a fábrica recentemente aumentou em 30% a sua produção na unidade com a concentração da fabricação das palmilhas e solados em Campina Grande, o que gerou mais 400 empregos.. “Foi uma decisão acertada pela redução dos custos logísticos e os incentivos oferecidos pelo Governo da Paraíba. A nossa empresa tem 30 anos e tem uma visão de acompanhar os avanços tecnológicos e energético, assim como fizemos com a adesão ao gás canalizado”.
O gerente de manutenção da Tess, Paulo Henrique Incerpi, já vê algumas vantagens na utilização do gás canalizado em relação ao GLP, como não precisar abastecer uma ou até duas vezes por semana e não haver risco de descontinuidade do serviço. “É uma preocupação a menos e que nos tem gerado uma economia considerável num momento estratégico para o sucesso do nosso negócio ”.
A Tees produz as sandálias Kenner, que surgiu em 1988, inspirada nas praias da Califórnia e lançada no Rio de Janeiro, ganhando ao longo dos 30 anos espaço no mercado nacional. Atualmente, a fabricação e montagem do produto estão concentradas em Campina Grande, gerando 1450 empregos diretos no Estado da Paraíba.

A diretoria executiva da PBGÁS e representantes do SindCampina (Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Campina Grande) se reuniram nesta nesta terça-feira (28), para tratar sobre a expansão da rede de distribuição do gás natural em Campina Grande. A rede de gás de Campina Grande possui 25 km e atende aos bairros do Catolé, Avenida Liberdade e do distrito industrial.
Durante o encontro realizado em Campina Grande, ficou pactuado o levantamento conjunto de dados de consumo e análise técnica para ampliação da rede de distribuição. O presidente da entidade, o empresário Divaildo Júnior, destacou a importância da extensão da rede de distribuição de gás natural para a avenida Manoel Tavares, no bairro do Alto Branco, principal corredor gastronômico e de lazer no município.
De acordo com Divaildo Júnior, os empresários do setor entendem que a rede de fornecimento de gás canalizado proporcionará a redução dos custos, o fornecimento contínuo e a melhoria logística dos empreendimentos. “Alternativas de redução de custos neste momento será muito bem vida para os empresários do setor”, avaliou Divaildo.
A presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, classificou como estratégica a manutenção de um dialogo aberto com representantes de categorias como o setor de alimentos e hospedagens e que a companhia vai realizar estudos sobre o perfil de consumo da área na perspectiva de ampliar a rede de gás natural no município. “Campina Grande por sua vocação comercial e industrial é prioridade dentro dos planos de expansão da PBGÁS”, afirmou Tatiana.
O diretor Técnico Comercial da PBGÁS, Paulo Campos, informou que o planejamento da companhia prevê a extensão da rede de abastecimento para novas áreas e que atuará em parceria com o segmento para levantar o potencial de consumo dos bairros do centro e Alto Branco, onde estão localizados restaurantes, bares e hotéis.
Também participaram da reunião o secretário executivo do SindCampina, Jonas Costa, o diretor administrativo financeiro da PBGÁS, Giovane Rosa, o gerente regional de Campina Grande, Renato Vilarim e gerentes das áreas de mercado residencial e comercial e engenharia da PBGÁS.


A PBGÁS apresentou as “Boas Práticas para a Prevenção de Acidentes por Interferência de Terceiros em Redes de Distribuição de Gás” para operadores e técnicos da CAGEPA e contratados. A integração foi feita pelo gerente de Operação e Manutenção , Adilson Cazarini e o técnico Daniel Gomide, na última quarta-feira (14), no auditório da Cagepa, em Marés.
Eles expuseram os aspectos institucionais sobre a PBGÁS, gás natural, área de atuação dos gasodutos, construtivos (materiais utilizados na rede, sinalização, como identificar a presença de gasodutos) e de segurança (Interferências de Terceiros) como uma das principais causas de acidentes em gasodutos, estatísticas no Brasil e em outros países.
De acordo com o técnico da PBGÁS, Daniel Gomide, a atividade possibilitou a integração dos colaboradores da CAGEPA – sobretudo os envolvidos na operação e manutenção da rede de abastecimento d’água e coleta de esgoto – quanto aos cuidados e procedimentos a serem adotados durante escavações e execução de obras nas proximidades do gasoduto, além de disseminar o conhecimento sobre o gás canalizado e os aspectos técnicos da distribuição. “Este trabalho é de fundamental importância para a manutenção de uma convivência segura durante as operações das duas concessionárias – desde a fase de concepção de projetos de expansão, utilização do solo – e tem evitado acidentes, principalmente nos gasodutos em PEAD para distribuição para os segmentos residencial e comercial, mais vulneráveis pelo tipo do material e a área na qual está inserida” .
Esta é a segunda integração da companhia com a CAGEPA. A primeira foi em 2014 no início do projeto “Prevenção de Acidentes por Interferência de Terceiros – PAIT PBGÁS” (que recebeu uma “Menção Honrosa” no Prêmio TOP Gás de 2014, na PETROBRÁS).

A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) conectou novas empresas ao gás natural em Campina Grande e impulsiona o crescimento deste setor estratégico para o Estado. Neste mês de novembro foram ligadas duas indústrias no segmento de calçados (as sandálias Kenner e as sandálias Blue), e a empresa Sim Engenharia Ambiental, especializada em incineração de resíduos hospitalares.
Com as novas ligações, já são 40 indústrias no estado operando com o gás natural canalizado que contribuem decisivamente para o desenvolvimento do estado. A diretora-presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, classificou o setor industrial como estratégico para o desenvolvimento da Paraíba. “É uma enorme satisfação que essas indústrias possam contar com a infraestrutura de gás para poder realizar suas instalações e expansões, atuando como vetor de desenvolvimento do estado e gerando empregos e distribuição de renda”.
De acordo com o gerente de mercado Industrial e Automotivo da PBGÁS, Alairson Gonçalves Filho essas ligações são reflexo dos investimentos na ordem de R$ 3,5 milhões realizados pela companhia no último ano para a expansão da rede de distribuição para o segmento industrial. Ele adiantou que, ainda este ano, novas indústrias serão ligadas a rede de distribuição em João Pessoa e Campina Grande, marcando a ampliação da companhia neste segmento.
Dentre os novos empreendimentos ligados ao gás natural estão a indústria TEES, fabricante das sandálias Kenner, que recentemente aumentou em 30% a sua produção na unidade de Campina Grande, também mudou para o gás canalizado que atende aos setores das caldeiras e refeitório. Ao concentrar a produção e montagem na Paraíba atraída pelos incentivos do governo do Estado, a empresa gerou mais 400 empregos diretos, chegando a empregar 1450 pessoas no estado.
O gerente de manutenção, Paulo Henrique Incerpi, já vê algumas vantagens na utilização do gás canalizado, como não precisar abastecer uma ou até duas vezes por semana, o que dá uma margem de segurança muito maior na produção. “Associado ao abastecimento contínuo está também a economia de cerca de 30% na conta do gás, o que pode ser ampliado também com o aumento da nossa produção por meio de um processo mais limpo do ponto de vista ambiental”, avaliou o engenheiro mecânico, que se mostrou satisfeito com o uso do novo energético.
A Sim Engenharia Ambiental, que atua desde 2014 em Campina Grande e atende aos mercados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, também já opera com gás natural. A engenheira sanitária e ambiental, Jaqueline Pereira Salgado, afirmou que a principal mudança ocasionada pelo uso do gás natural foi a economia financeira e, junto com ela, veio também melhorias na logística com o fornecimento contínuo e sem interrupções no serviço. A segurança de não precisar armazenar o gás e a utilização de uma fonte energética menos poluente também foram decisivos para a mudança. “Desta forma como a empresa tem uma visão de sustentabilidade, o gás natural canalizado se adequa bem a nossa realidade”, explicou Jaqueline.


A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) terá, pela primeira vez, uma mulher como diretora-presidente em 24 anos de história. A executiva Tatiana Domiciano assumiu, nesta segunda-feira (12), a presidência da companhia para cumprir mandato de três anos, de acordo com a decisão do Conselho de Administração. Tatiana substitui o advogado George Ventura Morais.
Os conselheiros tomaram conhecimento da Carta de Indicação protocolada pelo Estado da Paraíba, acionista majoritário da Companhia, e a matéria constante na Ordem do Dia foi posta em votação e aprovada por unanimidade.
A nova diretora-presidente da PBgás, Tatiana Domiciano, afirmou que pretende colaborar com o fortalecimento do papel da PBgás como importante agente para o desenvolvimento socioeconômico do estado, alinhado ao programa de governo no campo da estratégia de fomento e infraestrutura para indústria, promovendo maior eficiência dos investimentos e geração de lucro.
Tatiana Domiciano destacou, ainda, o trabalho desenvolvido por George Morais e o bom momento da companhia que este mês celebra a ligação de novas indústrias e grandes empreendimentos.
Com a nova deliberação do Conselho, a Companhia Paraibana de Gás, empresa de economia mista, passa a ter a seguinte composição em sua diretoria: Tatiana Domiciano (Diretora-Presidente, representante do acionista Estado da Paraíba); Giovane Rosa (Diretor Administrativo e Financeiro, representando a Mitsui Gás e Energia do Brasil); e Paulo Campos (Diretor Técnico Comercial, que representa a Petrobrás Gás S.A. – Gaspetro).
Quem é?
Formada em administração de empresas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e pós-graduada em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), atuou como presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (CINEP) por seis anos.
No governo da Paraíba, exerceu outros cargos de direção , tais como o de Secretária de Comunicação Institucional; Superintendente da SUDEMA, órgão de Administração do Meio Ambiente e diretora administração e finanças da Companhia de Processamento de Dados (CODATA). Também atuou como membro dos conselhos administrativos da Cinep ,PBtur, Cia Docas e da PBgás.

A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) completa 24 anos de atuação no mercado registrando crescimento de 20% nos segmentos residencial/comercial em relação ao ano passado e com a ligação de novas industriais que impulsionam a economia paraibana. Para o ano de 2019, a companhia tem como meta atingir a marca dos 20 mil clientes com a chegada da rede de distribuição a novos bairros como Bessa e conclusão do Jardim Oceania, em João Pessoa, e a ligação de grandes empreendimentos residências, comerciais e industriais em Campina Grande.
Criada em 25 de outubro de 1994, a empresa de economia mista, que tem como acionistas o governo da Paraíba, a Gaspetro (empresa controlada pela Petrobras) e a Mitsui Gás e Energia, chegou aos 16.172 clientes residenciais, 249 comerciais e 37 indústrias. No mercado automotivo são cinco convertedoras credenciadas e 37 postos de combustíveis nos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Conde, Alhandra, Santa Rita, Bayeux, Mamanguape, Queimadas, Ingá e Caldas Brandão (Cajá). Na Paraíba são 321 km de rede de distribuição de gás natural nos municípios de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Mamanguape, Ingá, Caldas Brandão e Campina Grande.
O presidente da PBGÁS, George Morais, comemora o crescimento da companhia nestes 24 anos e destaca a sua contribuição para o desenvolvimento da infraestrutura energética do Estado da Paraíba. “Nosso investimento na rede de gás natural possibilita a atração de novos empreendimentos e oferece aos consumidores soluções na área de energia na indústria, no comércio, residências e no mercado automotivo. Estamos crescendo num ritmo forte nos segmentos residenciais, trazendo para nossa carteira de clientes empreendimentos de alto padrão e industriais como a MGM produtos Siderúrgicos, as Sandálias Blue e a SIM Engenharia, que já estão usufruindo das vantagens do gás canalizado”, avaliou George Morais.
O diretor Técnico Comercial, Paulo Campos destacou que a PBGÁS vive um momento de expansão com investimentos na ampliação da rede de distribuição, que possibilitará que a companhia leve esse eficiente energético para um número cada vez maior de paraibanos. Ele destacou a ligação ao gás natural do prédio mais alto do Nordeste e 2º maior do Brasil, o Tour Geneve, com 182 metros de altura e 54 pavimentos, além de indústrias importantes para o desenvolvimento econômico do Estado.
De acordo com o diretor Administrativo e Financeiro, Giovane Rosa, a evolução da empresa se deve e dedicação dos seus funcionários e a busca contínua pela excelência na gestão. “Neste momento a empresa celebra a retomada do crescimento no setor industrial com a ligação de novas indústrias e a ampliação do mercado residencial e comercial impulsionada pela versatilidade e vantagens do gás natural canalizado, apresentadas em eventos de grande porte como a CASACOR Paraíba”.
Giovane explicou que, olhando para o futuro, a companhia aprimora a sua identidade organizacional com a missão de promover infraestrutura de distribuição de gás canalizado, facilitar a vida das pessoas e contribuir para o desenvolvimento da Paraíba. “Nossa meta é, até o final de 2019, atingir a marca de 20 mil clientes, buscando sempre a melhoria na qualidade do atendimento, com a mudança para uma nova sede, e a excelência na gestão dos seus processos”, completou.
Supridores têm até o dia 31 de janeiro de 2019 para enviarem suas propostas de venda
A exemplo do que ocorreu com a chamada pública coordenada pelas distribuidoras de gás natural do Centro-Sul, o processo envolvendo as distribuidoras do Nordeste também alterou o prazo de entrega das propostas. Inicialmente, os interessados teriam prazo até o dia 8/11, agora, ficou para 31 de janeiro de 2019. Pesou na mudança o lançamento da Tomada Pública de Contribuições (TPC), por parte da ANP, com medidas de incentivo à concorrência no setor.
A avaliação do mercado é que, enquanto a questão do transporte não for equacionada, como modelo ideal de tarifação, processos como as chamadas públicas terão dificuldades. “Da mesma forma que este motivo pode ter ocasionado a postergação das distribuidoras do Centro-Sul, agora, atinge o Nordeste”, diz Lívia Amorim, especialista em Energia, Petróleo e Gás pelo escritório de advocacia Souto Correa Advogados.
Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), George Ventura, acredita que questões estratégicas também contribuíram para a prorrogação da chamada, uma vez que, a partir da consulta da agência reguladora, a competitividade das propostas de interesse pode ser fortalecida.
No Nordeste, a iniciativa reúne as distribuidoras Algás (AL), Bahiagás (BA), Cegás (CE), PBGás (PB), Copergás (PE), Potigás (RN) e Sergás (SE), somando um volume potencial de aquisição de 9,4 milhões de m³/dia de gás. Qualquer produtor, importador, ou agente comercializador pode participar da chamada pública.
Entre as distribuidoras do Nordeste, a Bahiagás surge com o maior edital de compra de gás, com 4,1 milhões de m³/dia, sendo quase a metade do volume que o processo das empresas da região pretendem comprar. Já o menor volume a ser comprado é o da distribuidora sergipana, que deverá adquirir até 350 mil m³/dia.
A modalidade de contratação de gás proveniente de novos supridores tem sido alternativa adotada pelas distribuidoras diante do reposicionamento estratégico da Petrobras de desinvestimentos em ativos e saída do mercado de distribuição de gás natural.
Fonte: Brasil Energia Online
Na tarde dessa quarta-feira (24 de outubro de 2018), no auditório do Espaço Cultural José Lins do Rêgo, foi realizada Audiência Pública nº 004/2018, sobre a proposta de reajuste das tarifas de gás canalizado no Estado da Paraíba, cujos avisos foram publicados no Diário Oficial do Estado e no Jornal A União nos dias 9, 12 e 18 de outubro de 2018, além do site da Companhia na internet.
Durante a Audiência Pública com a presença de representantes da PBGÁS, da Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB), do segmento industrial e do segmento automotivo e representantes de motoristas de aplicativos, foram apresentados os fundamentos da proposta de reajuste das tarifas do gás natural, a partir de 1º de novembro de 2018, com objetivo dar transparência e publicidade às ações da companhia.
Apesar do aumento do custo do gás natural de aproximadamente 13,65% % anunciado pela Petrobras (supridora), a PBGÁS está absorvendo 6,11% da sua margem regulada com objetivo de manter a competitividade do gás natural frente a outros combustíveis. O reajuste médio proposto para as tarifas (sem impostos) de gás natural que foi de 8,99%, sendo 9,55% no segmento industrial, 9,56% no segmento automotivo (GNV), 9,95% no Gás Natural Comprimido (GNC), 9,55% no segmento EBVA (Energético de Baixo Valor Agregado) e 11,91% na geração distribuída. Já o gás natural para os segmentos residencial e comercial não sofrerão reajustes.
A PBGÁS se colocou à disposição da sociedade através de seus segmentos de mercado, para estudar formas de incentivar o aumento de consumo considerando as diversas vantagens do uso de Gás Natural, assim como dar continuidade a seu plano de investimentos para disponibilizar os benefícios por todo o estado da Paraíba.
Tanto a Ata com os resultados da reunião, quanto a apresentação dos fundamentos da medida, estão à disposição de qualquer interessado nos links abaixo:
AP 004-2018 – Apresentação (24.10.2018)
AP 004-2018 – Ata (24.10.2018)

A PBGÁS recebeu na noite desta quinta-feira (18) arquitetos, designs de interiores, decoradores e fornecedores que conheceram as aplicações do gás natural no espaço home & grill com modernos fornos e a cozinha com torneiras com água aquecida e as lareiras decorando os jardins da CASACOR Paraíba.
Os diretores da PBGÁS George Morais (presidente), Giovane Rosa (diretor administrativo financeiro) e Paulo Campos (diretor técnico comercial) e o franqueado da CASACOR Paraíba, César Revorêdo, recepcionaram os convidados e apresentaram as vantagens do gás natural que, de forma inédita, abasteceu vários ambientes da CASACOR 2018.
O presidente da PBGÁS, George Morais, destacou o sucesso da parceria entre a PBGAS e a CASACOR onde a companhia apresentou toda a versatilidade, comodidade do gás natural em ambientes sofisticados como varandas gourmet, restaurantes, fornerias e jardins com lindas tocheiras. “De forma pioneira a PBGÁS fornece gás natural a diversos ambientes da CASACOR. Esse é uma parceria de sucesso que nos torna mais próximos dos arquitetos, decoradores e construtores que movimentam o mercado paraibano”.
O franqueado da CASACOR Paraíba, César Revorêdo, destacou que a parceria com a PBGÁS foi fundamental para trazer para a mostra um produto conectado com as questões do 3º milênio, como o respeito ao meio ambiente e a praticidade. “A distribuição do gás natural por canos eliminou a necessidade de cilindros ou botijões nos espaços que ocasiona transtornos e sujeiras visuais ou a necessidade de reabastecimento por caminhões. As lareiras a gás também foi mais uma novidade que deu um toque especial aos nossos jardins com chamas limpas e com processo mais seguro”, explicou, acrescentando que os visitantes puderam conhecer mais sobre as utilidades e aplicações do produto.
O diretor técnico comercial da PBGÁS, Paulo Campos, falou sobre a importância da parceria com arquitetos que usam de sua criatividade aliada ao gás natural para oferecer uma experiência com conforto, comodidade e valorização do seu imóvel aos seus clientes. Ele destacou que a PBGÁS vive um momento de expansão com investimentos na ampliação da rede de distribuição que possibilitará chegar ao final do ano com 18 mil clientes residenciais, comerciais e automotivos.
Para o diretor administrativo financeiro da PBGÁS, Giovane Rosa, o gás natural possui atributos que o diferencia dos seus concorrentes por possibilitar o fornecimento contínuo por meio de gasodutos, sem a necessidade de reabastecimento por caminhões e de armazenamento de cilindros. “Esses são alguns atributos que demonstram que não fornecemos apenas o gás natural, mas conforto, comodidade e uma boa experiência na sua cozinha, banheiro ou varanda gourmet. Isso ficou bem visível nesta edição da CASACOR”.
