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Preço do gás natural para indústria cai pela 2º vez no ano na PB
A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) vai reduzir pela segunda vez no ano a tarifa bruta do gás natural para o segmento industrial. A queda na tarifa média será de 5% a parir do dia 1° de maio, mesmo índice adotado no último mês de fevereiro, com objetivo de garantir competitividade para as indústrias locais que operam com o gás natural em um momento de retração econômica.
A nova tarifa irá beneficiar 37 indústrias paraibanas que exercem um papel fundamental na geração de emprego, renda e receitas para o Estado. A redução varia de 4,30% a 5,50%, de acordo com a faixa de consumo do cliente.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), Buega Gadelha, classificou como fundamental a redução do preço do gás natural num cenário de turbulência do setor, período em que os empresários buscam a otimização nos custos e da competitividade. “Neste momento de redução do preço do barril de petróleo no mercado internacional e a consequente queda do preço do gás natural, os empresários devem utilizar o produto como alternativa para atender as necessidades do mercado interno e externo”, avaliou o empresário.
O diretor presidente da PBGÁS, George Morais, destacou o relevante papel que a companhia exerce neste momento de dificuldade econômica, estando consciente da sua missão institucional em proporcionar melhores condições de desenvolvimento para o Estado: “A relação entre a PBGÁS e a indústria paraibana é de mão dupla: se a produção empresarial estiver aquecida, igualmente teremos um desempenho comercial melhor. Portanto, é natural que estejamos trabalhando conjuntamente para retomarmos o crescimento, gerando energia através da utilização do gás natural”.
De acordo com o diretor Técnico Comercial da PBGÁS, Carlos Augusto Vasconcelos, a redução no custo do gás, neste momento, decorre do recuo do valor da commodity no mercado internacional, o que ocasionou a redução do preço do gás pela supridora Petrobras, além da redução dos custos operacionais da PBGÁS em razão da melhoria dos seus processos.
“É essencial que as empresas no nosso Estado tenham alternativas energéticas para garantirem que seus produtos sejam atrativos para o mercado. O gás natural é um insumo muito importante para o desenvolvimento e processo produtivo de grande parte das indústrias paraibanas. Por normalmente envolver grandes volumes, a diminuição do preço no acumulado do ano de 10% gerará uma redução bastante considerável do custo operacional e criará condições para a continuidade de investimentos”, completou.
Restaurante Mangai inicia a utilização do gás natural
O Mangai é o mais novo cliente da Companhia Paraibana de Gás (PBGás). O restaurante, referência da boa cozinha regional e reconhecido pela qualidade dos seus produtos e serviços, passou a utilizar gás natural no último dia 20 de fevereiro e já vem desfrutando das vantagens operacionais do energético.
Com a inclusão do Mangai em sua carteira de clientes, a PBGás já abastece 183 empreendimentos comercias de João Pessoa e Campina Grande, nos mais variados segmentos da prestação de serviços. De acordo com o presidente da PBGÁS, George Morais, a meta em 2016 é continuar expandindo os mercados residencial e comercial, possibilitando que outros empreendimentos também se beneficiem da interligação à rede de gás natural.
“Ter como cliente um restaurante do conceito e da representatividade do Mangai, seja pela categoria do seu processo produtivo ou por manter viva a tradição da cultura e da culinária nordestina, é ao mesmo tempo uma grande responsabilidade e um imenso orgulho para uma companhia essencialmente paraibana e que se destina a fomentar o desenvolvimento local”, avaliou George Morais.
Uma das proprietárias do restaurante Mangai, a empresária Luciana Maia, observou nos últimos 5 anos em João Pessoa uma maior procura e interesse dos empreendimentos comerciais pelo gás natural. “Com o fornecimento contínuo do gás natural canalizado, dispensa-se o incômodo abastecimento semanal por caminhões e ainda ganho mais espaço com a retirada dos botijões de GLP, trazendo mais comodidade e segurança na nossa rotina de trabalho”, explicou a empresária.
O grupo já utiliza o gás natural nos empreendimentos sediados em Natal (RN) e os proprietários já estudam levar o produto também para o restaurante Nau de João Pessoa. Para Luciana, além dos fatores de segurança e comodidade, a economia gerada também foi determinante para a escolha deste novo modelo de suprimento. “Todo empreendimento busca reduzir seus custos fixos com gás, energia e água, pois qualquer diminuição de despesas significa dinheiro a mais para novos investimentos”, destacou.
De acordo com Jonathan Castro, responsável pela área de compras e manutenção, a pressão e a qualidade da chama nos primeiros dias de operação estão muito boas, inclusive melhorando o processo produtivo dos alimentos. Ele acrescentou que o benefício ambiental do gás natural, por se tratar de uma forma de energia mais limpa e eficiente, igualmente contribui para a aceitação do produto e possível expansão nas outras empresas do grupo.
Equipe do SAC recebe treinamento sobre o funcionamento do gás natural
A equipe do SAC da PBGÁS conheceu de perto na quinta-feira (25), a rede do gás natural no Edifício Santorini, no bairro da Torre. O supervisor de Operações da companhia, Daniel Gomide, mostrou o funcionamento da rede de distribuição do gás canalizado desde a subestação próxima ao prédio, passando pelo Conjunto de Regulagem e Medição (CRM), as válvulas de segurança até o fogão e os demais equipamentos movidos a gás.
Para o gerente de Marketing e Relacionamento com o Mercado, Carlos Romeu Paes Leme, ao conhecerem a infraestrutura e o funcionamento do gás canalizado até a chegar a residência o atendimento dos novos funcionários do SAC da companhia , que lidam diretamente com os clientes, fica mais qualificado. “Ao verem de perto o funcionamento da rede do gás canalizado as nossas atendentes podem dar informações precisas e com mais resolutividade”, explicou.
Gás Natural para indústria fica mais barato na Paraíba
A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) reduziu em 5% a tarifa média do gás natural para o segmento industrial neste mês de fevereiro. A medida visa garantir competitividade para as indústrias que operam com o gás natural em um momento de retração econômica.
Os novos valores começaram a valer desde o dia 1º de fevereiro e beneficiam 37 indústrias paraibanas, responsáveis pela relevante geração de emprego, renda e receitas para o Estado.
O diretor presidente da PBGÁS, George Morais, destacou que a companhia vem priorizando a manutenção da competitividade do gás natural frente a outros energéticos, possibilitando que a indústria paraibana tenha melhores condições de otimizar seus custos e estimular o processo produtivo. “Desenvolvemos um plano de incentivo à indústria fruto de um diálogo aberto com empresários no segundo semestre de 2015, na certeza que políticas comerciais e parcerias com os empreendedores são determinantes para a superação de um momento difícil para a economia nacional”, explicou George.
De acordo com o diretor Técnico Comercial da PBGÁS, Carlos Augusto Vasconcelos, a redução no custo do gás, neste momento, decorre do recuo do preço da comodity e da redução dos custos operacionais da PBGÁS, fruto da otimização dos seus processos.
“É essencial que as empresas no nosso estado tenham alternativas energéticas para garantirem que seus produtos sejam atrativos para o mercado. O gás natural é um insumo muito importante para o desenvolvimento e processo produtivo de grande parte das indústrias paraibanas. Por normalmente envolver grandes volumes, a diminuição do preço gerará uma redução bastante considerável do custo operacional e criará condições para a continuidade de investimentos”, completou.
PBGÁS liga primeiro shopping de Campina Grande ao gás natural
Mais um shopping center na Paraíba adere ao gás natural atraído por fatores como comodidade, segurança e economia. Em Campina Grande, o shopping Luiza Mota, no bairro do Catolé, é o primeiro a operar com o gás natural após a ligação ocorrida no último sábado (23) dos restaurantes em sua praça de alimentação.
A instalação da rede interna do gás natural foi concluída com a ligação dos estaurantes Bonsai Super China, Quali-Sabor, Lanchonetes Açaí Mania e Seu Café. Já nos primeiros dias de operação os comerciantes estão satisfeitos com os benefícios e facilidades do gás natural.
Ainda em Campina Grande, o shopping Partage assinou contrato de adesão para ligação do gás natural, com previsão de início de operação após a conclusão da reforma no empreendimento comercial. No município seis restaurantes já operam com o gás natural. “Temos uma expectativa muito positiva para a ligação do shopping Partage, que além de utilizar o gás natural para fornos e fogões, também terá uma academia que pode utilizar o energético para aquecimento de água de chuveiros e piscinas”, explicou o Gerente Regional da PBGÁS, Francisco Guedes.
De acordo com o presidente da PBGÁS, George Morais, a companhia reforça sua carteira de grandes clientes comerciais fornecendo gás natural para os shoppings Manaíra e Mangabeira, em João Pessoa, e Luiza Mota em Campina Grande. Ele adiantou que outros empreendimentos também podem aderir ao gás ainda este ano.“Atualmente, 169 estabelecimentos comerciais no Estado utilizam gás natural e a nossa meta é continuar crescendo por fatores que contribuem para a eficiência e a praticidade do gás natural como preço competitivo, mais segurança por dispensar o reabastecimento e melhor utilização do espaço pela desnecessidade de estocagem, o que influi bastante na logística e no custo mensal do empreendimento”.
Para o empresário Josevaldo Barros da Silva, proprietário do restaurante Bonsai, o gás natural tem se mostrado uma excelente alternativa pela economia de quase 50% ao mês, além do ganho de espaço, já que retirou os oito botijões que utilizava dentro do estabelecimento, agora destinado para guardar os produtos de limpeza. “Quanto a segurança também ficamos mais tranquilos, pois não precisamos mais trocar o botijão ou esperar o abastecimento por caminhão”, explicou Josevaldo.
A empresária Eliane Queiroz, do restaurante Quali Sabor, destacou que os principais benefícios do gás natural canalizado são a segurança e o conforto das funcionárias em não mais precisarem mudar o gás constantemente. “Também ganhamos mais espaço com a eliminação dos botijões”, explicou.
Cresce em 35% conversões de veículos ao GNV na PB
As conversões dos carros ao Gás Natural Veicular (GNV) nas oficinas autorizadas em João Pessoa e Campina Grande tiveram um aumento médio de 35% na comparação entre novembro e dezembro de 2015. Muitos motoristas estão optando pelo GNV como alternativa mais econômica na hora de abastecer seus veículos.
Na Paraíba, o uso do GNV gera uma economia de 50% em relação à gasolina e 55% se comparada com o etanol. Segundo levantamento da PBGás, no Estado um quilômetro percorrido com GNV custa em média R$ 0,18, contra R$ 0,36 da gasolina e R$ 0,40 do etanol. Um motorista que rodar 100 km, por exemplo, vai gastar R$ 18,00 com GNV, R$ 36 com gasolina e R$ 40 com etanol.
De acordo com o gerente de mercado automotivo da PBGÁS, Evaldo Mello, o aumento da competitividade do gás natural se dá por fatores como a alta no preço do litro da gasolina e do álcool e pelo cenário de expectativa de mais reajustes desses dois combustíveis. “Neste contexto podemos concluir que para quem roda muito o GNV é muito viável e garante uma economia de R$ 50% em relação à gasolina”.
O proprietário da convertedora EquipeGás, em Campina Grande, Igor Chacon, disse que até novembro o mercado de instalação seguia estável, mas no mês de dezembro as conversões cresceram bastante e todas as datas estão agendadas em janeiro. “A alta no preço da gasolina e de etanol gerou uma grande procura pelo gás natural nesse fim de ano, principalmente por ser um combustível mais competitivo há um bom tempo”.
Na Paraíba existem cinco convertedoras credenciadas pela PBGás, sendo uma em João Pessoa e quatro em Campina Grande. O custo das conversões variam entre R$ 4 mil e 5 mil e a PBGás também concede um cheque de R$ 600,00 como incentivo na instalação de kits GNV de 5ª geração ou na compra de Grande Siena da Fiat.
O taxista Fábio Ferreira contou que utiliza o gás natural há vários anos devido à economia e que hoje consegue economizar mais de R$ 1 mil por mês. “Rodo mais de mil km por mês e sem o gás natural ficaria difícil manter o custo com a gasolina a quase R$ 4,00. Para quem utiliza o carro como ferramenta de trabalho a melhor alternativa é o GNV”, destacou.
Frota – A frota de veículos movidos a GNV aumentou em 2,1% no ano de 2015 na Paraíba em relação a 2014. Atualmente a frota é de mais de 22 mil veículos enquanto em dezembro de 2014 era de 21.556 veículos. A expectativa é de que o ritmo de conversões cresça ainda mais em 2016.
PBGás registra recorde de ligações residenciais e comerciais ao gás natural em 2015
A Companhia Paraibana de Gás (PBGás) fechou o ano com 10.154 unidades residenciais e comerciais ligadas ao gás natural em João Pessoa e Campina Grande, resultado da sua boa aceitação no mercado paraibano. Segundo dados da companhia, foram 1.282 ligações residenciais e comerciais de janeiro a dezembro de 2014 contra 2.208 no mesmo período de 2015. Os resultados revelam um crescimento de 72,23% em relação ao ano passado e um recorde de ligações desde a ligação do primeiro prédio, em 2008.
O presidente da PBGás, George Morais, disse que a companhia vem conquistando cada vez mais consumidores pela praticidade, economia e segurança do gás natural. “É importante destacar que, desde a ligação do primeiro edifício, há sete anos, não houve registro de nenhum cliente que tenha deixado de utilizar o gás natural. Isso demonstra a boa aceitação do nosso produto e dos serviços prestados pela PBGás”, comentou.
O diretor técnico comercial da PBGás, Carlos Vasconcelos, destacou que, atualmente, só de rede urbana, a companhia já instalou 60 km de gasodutos, e continuará crescendo em 2016, principalmente em áreas de concentração de edifícios, a exemplo do Jardim Oceania e Bessa. Vasconcelos disse que o desafio da companhia é difundir que o uso do gás natural vai além do forno e fogão, pois pode ser utilizado como alternativa energética bastante econômica no aquecimento de água nos chuveiros e piscinas, além da climatização a frio de ambientes e geração de energia elétrica.
O síndico profissional Luiz Carlos Ferreira disse que administra dois condomínios que fazem o uso de gás natural em João Pessoa e destacou que o primeiro impacto positivo foi com relação à redução do custo. Ele também ressaltou como pontos positivos o conforto e a segurança, já que com o gás natural não é necessário estocagem e nem reabastecimento por caminhão, o que é bom para a mobilidade urbana e a tranquilidade dos moradores.
Ampliação– A rede de distribuição do gás natural no Estado possui uma extensão de 305 km e está presente em 14 municípios. Em João Pessoa contempla os bairros de Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Altiplano, Miramar, parte da Torre, parte do Jardim Oceania, e Distrito Industrial. A rede está sendo ampliada nos bairros de Jardim Oceania contemplando as avenidas Fernando Luiz Henrique e Argemiro de Figueiredo e também Miramar e Manaíra, onde estão sendo inaugurados novos edifícios. Em Campina, a rede contempla o bairro do Catolé e, em breve, chegará ao Mirante.
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Paulista Paulistano de coração Paraibano
Engenheiro Químico por formação, Paulo Vanni, iniciou no mundo do trabalho como estagiário, aos 19 anos, na COMGÁS (SP) e por lá fez carreira, escalou cargos e ficou por 33 anos. Um trabalho de consultoria adiou os planos de aposentadoria e acendeu-lhe mais um desafio de vida, o propósito era desembarcar como consultor na, até então, desconhecida terra paraibana para a implantação do Plano Diretor da PBGÁS. O consultor logo viu-se entre trabalho e família, entre o dever e a saudade.
O Projeto Basset – pioneiro no estado a implantar Gás Natural residencial, necessitava da experiência e da presença mais ativa do Engenheiro-consultor. A convite do ex- Diretor Técnico Comercial da PBGÁS, Germano Sampaio, o paulista viajante montou acampamento, passou a morar na capital paraibana, deixou de ser consultor para integrar o time da Companhia no cargo de Assessor de Desenvolvimento Urbano, onde fez História e ajudou a PBGÁS a chegar hoje aos 10 mil clientes.
Ás vésperas de completar 50 anos de carreira como profissional da área de gás canalizado, Paulo Vanni, atual Assessor da Diretoria Técnica Comercial, é um paulista paulistano, descendente de italiano, mas de coração paraibano. Apaixonou-se por João Pessoa, onde mora no Caribessa, cantor e tocador de violão nas horas vagas, apreciador de um bom camarão e frequentador assíduo da Praia Bela, Paulo é aquela figura caricata de sorriso largo e permanente que demonstra saber viver.
Há 11 anos na Paraíba, Paulo Vanni disse estar satisfeito com o trabalho realizado na PBGÁS, falou sobre novos projetos e se mostrou muito grato à hospitalidade do povo paraibano. “A minha relação com a Paraíba é a melhor possível. Eu só tenho a agradecer ao pessoal da PBGÁS”, disse Paulo.
Na verdade Paulo Vanni, nós, da PBGÁS, é que temos que agradecer pela sua contribuição para com a Companhia e para com a Paraíba. Parabéns por seu trabalho, por sua carreira e pela figura humana que és.
Gincana SIPATMA arrecada 365 latas de Sustagen para crianças em tratamento
A VII SIPATMA registrou um recorde pra lá de positivo este ano. A gincana mobilizou os funcionários da PBGÁS que doaram 365 latas de Sustagen kids que foram doadas nesta segunda-feira (6) para a Instituição Donos de Amanhã que cuida de 220 crianças com câncer. A PBGÁS vem desenvolvendo ao longo do ano ações sociais de ajuda a instituição Donos do Amanhã como a participação no MAC Dia Feliz, compra no bazar da entidade e na doação do leite para trazer mais saúde e bem estar para as crianças atendidas.
A técnica de processos Operacionais, Ítala Brunelly, comemorou o recorde na arrecadação do Sustagen que beneficiará as crianças que necessitam de uma alimentação diferenciada para auxilio no tratamento contra o câncer. “Nosso esforço possibilitou que a instituição forneça durante três meses esse alimento essencial para que as crianças em tratamento superem essa fase difícil”, completou.
A voluntária da Instituição Donos do Amanhã, Maria Clara, agradeceu o apoio dos funcionários da PBGÁS e destacou que o Sustagen é um produto caro e que servirá como alimento para as crianças em tratamento de quimioterapia que necessitam de uma alimentação diferenciada. “Esse tipo de ação nos ajuda a continuar acolhendo as crianças em tratamento para que as mesmas superem esse momento difícil e consigam viver melhor e com saúde”, explicou.
PBGÁS chega a 10 mil clientes residenciais e comerciais
A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) chegou neste mês de dezembro a marca de 10 mil clientes residenciais e comerciais em João Pessoa e Campina Grande. Com 21 anos de existência, a companhia vem avançando no fornecimento do gás natural nesses mercados e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social no Estado.
Segundo dados da PBGÁS, foram 913 ligações residenciais e comerciais de janeiro a novembro de 2014 e 1979 no mesmo intervalo em 2015. Os resultados demonstram um crescimento de 46% em relação ao ano passado e para celebrar o crescimento a companhia lança a campanha “10 mil clientes– O gás que nos move para novas conquistas”, com divulgação na internet e redes sociais.
São 260 edifícios e 168 estabelecimentos comerciais em João Pessoa e Campina Grande ligados ao gás natural, que serve como combustível para o funcionamento de forno, fogão, churrasqueiras e para aquecimento de água nos chuveiros, banheiras e piscinas.
O presidente da PBGÁS, George Morais, disse que a companhia vem conquistando cada vez mais consumidores pela sua praticidade, economia e segurança e a chegada aos 10 mil clientes serve como combustível para as novas conquistas. Ele acrescentou que como forma de celebrar a companhia apresenta uma campanha na mídia online divulgando as vantagens e utilidades do gás natural nos mercados residencial e comercial e destacando o papel dos paraibanos nesta conquista.
De acordo com o gerente de Mercado Residencial e Comercial, Renato Vilarim, o crescimento no ritmo das ligações se justifica pela ampliação da rede de distribuição do gás natural e das instalações nas duas principais cidades do Estado, além da expansão do mercado imobiliário que cresceu muito nos últimos anos. “Ao conhecerem as vantagens do gás natural como fornecimento contínuo, dispensa de estocagem, segurança, eficiência e comodidade síndicos e moradores têm optado pelo gás natural”, explicou.
O presidente do Sindicato das Habitações (Secovi-PB) e administrador de condomínio, Inaldo Dantas, afirmou que síndicos, administradores de condomínios e moradores só têm a ganhar com o gás natural pela sua comodidade por fatores como não precisar de reabastecimento por caminhões, por dispensar estoque de botijões e oferecer mais espaço, além do custo benefício. “Desde que o primeiro edifício foi ligado em 2008, nenhum deles deixou de utilizá-lo ou voltou a utilizar outro combustível. Essa é a prova da eficiência do produto e dos serviços da PBGás”, destacou Inaldo.
Ampliação– A rede de distribuição do gás natural no Estado possui uma extensão de 305 km´s e está presente em 14 municípios. Em João Pessoa contempla os bairros de Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Altiplano, Miramar, parte da Torre, parte do Jardim Oceania, e Distrito Industrial. A rede está sendo ampliada nos bairros de Jardim Oceania contemplando as avenidas Fernando Luiz Henrique e Argemiro de Figueiredo e também Miramar e Manaíra onde estão sendo inaugurados novos edifícios. Em Campina, a rede contempla o bairro do Catolé e, em breve, chegará ao Mirante.
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