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Congresso debate perspectivas de crescimento do Gás Natural Veicular
A perspectiva de crescimento do mercado de Gás Natural Veicular (GNV) num cenário de alta no preço da gasolina será um dos temas debatidos no I CONEPETRO (Congresso Nacional de Engenharia de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), que será aberto nesta quarta-feira (13) e segue até a sexta-feira (15), no Centro de Convenções Raymundo Asfora, em Campina Grande.
O I CONEPETRO é realizado pelo curso de Engenharia de Petróleo de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) com apoio da PBGÁS (Companhia Paraibana de Gás), que convidou dois palestrantes de renome nacional no segmento do gás natural.
Para falar sobre o Mercado de GNV no Brasil- Situação e Perspectivas nesta quinta-feira, às 17h, a PBGÁS convidou o Gerente de Planejamento Estratégico e Competitividade da Associação Brasileira de Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegas), Marcelo Mendonça.
Também foi convidado o diretor de Marketing e Desenvolvimento de Negócios da ECOGEN Brasil, Pedro Luiz Mendes, que profere palestra na sexta-feira (15), às 16h, sobre Geração Distribuída e Coogeração de Energia nos segmentos Industrial e Comercial. Profissionais, gerentes e professores da Petrobras, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do IBEC-RJ, da Universidade Federal Fluminense, da UFRN e da UFCG estão entre os palestrantes do congresso.
O presidente da PBGÁS, George Morais, afirmou que faz parte da missão da companhia promover ações inovadoras que fomentem o desenvolvimento tecnológico e econômico do Estado. Ele destacou a importância de estar junto com a UFCG neste espaço de discussão sobre a produção, extração e as inovações tecnológicas no campo do petróleo e do gás natural.
Projeto Borborema – George Morais destacou que a PBGÁS acredita no potencial de Campina Grande com a execução do projeto Borborema, com investimentos de mais de R$ 7,7 milhões na ampliação da rede de distribuição do gás residencial e comercial nos bairros do Catolé e Mirante, além do segmento industrial com 12 grandes indústrias como a Coteminas, Alpargatas e Vitamassa que utilizam o gás natural como combustível.
Stand- Durante os três dias, a PBGÁS estará com um stand no evento onde fará exposição de material técnico de regulagem e medição de gás natural residencial, além de vídeos institucionais e materiais informativos sobre campanhas do GNV, gás residencial e industrial e serviços da companhia no Estado.
O encontro vai reunir pesquisadores, docentes, estudantes de pós-graduação e graduação e profissionais de empresas nas áreas de interesse, onde se aspira incentivar o debate, a reflexão e o enfrentamento dos desafios teóricos e práticos na área de Gás e Petróleo. Mais informações sobre a programação estão disponíveis no endereço eletrônico www.conepetro.com.br.
Cresce em mais de 120% residências que utilizam gás natural em João Pessoa
O número de ligações de prédios residenciais ao gás natural em João Pessoa cresceu mais de 120% no mês de abril em comparação ao mês de março deste ano. Segundo dados da PBGÁS, no mês de março foram realizadas 137 ligações, enquanto abril fechou com 311 ligações com a adesão de mais 7 edifícios. Com as novas ligações, a PBGÁS atinge a marca de 8.611 unidades residenciais atendidas com o gás natural, com a adesão de 225 edifícios. Somente este ano foram realizadas 805 ligações residenciais na Capital paraibana, sendo 181 em janeiro, 176 em fevereiro, 137 em março e 311 em abril.
O diretor técnico da PBGÁS, Carlos Vasconcelos destacou que, somente este ano, a companhia está investindo mais de R$ 3,5 milhões na ampliação da rede de distribuição de gás natural em João Pessoa, atenta de crescimento dos mercados residencial e comercial.
De acordo com Carlos Vasconcelos, este ano existe uma tendência de crescimento do ritmo das ligações em relação ao ano passado acompanhando fatores como a ampliação da rede de distribuição do gás natural em João Pessoa e o crescimento do mercado imobiliário. “Com a elevação dos preços do metro quadrado dos terrenos, as construtoras perceberam que ao dotar o empreendimento com suprimento de gás natural através gasodutos da PBGÁS, os arquitetos podem dar um uso mais otimizado (playground, vaga de estacionamento, armários) ao espaço que seria ocupado pelos cilindros de armazenagem de GPL.”
O gerente de Mercado Residencial da PBGÁS, Renato Vilarim, destacou que o gás natural em João Pessoa e em Campina Grande vive um momento de expansão e que cada vez mais as pessoas vão entender os benefícios em relação ao GLP, ou gás de cozinha, como ser mais seguro por se dissipar rapidamente no ambiente, ter um fornecimento contínuo, ter um preço competitivo e ser bem menos poluente.
Renato explicou que em uma residência o gás natural pode ser utilizado para funcionamento de fogões, fornos, e em substituição dos chuveiros elétricos e ar-condicionado com significativa redução na conta de energia. “A pessoa pode nos procurar que estaremos prontos para instalar o gás natural e mostrar que o combustível oferece o melhor custo benefício”.
O síndico do edifício Recanto das Artes, localizado em Miramar, Roberto Chaves Pinheiro, começou a utilizar o gás natural em 60 apartamentos há 1 mês e disse que, como administrador, já sente alguns benefícios como a praticidade, a segurança e o respeito ao meio ambiente. “Apesar de estar utilizando o gás natural há pouco tempo, já dá para sentir benefícios em relação ao GLP como não precisar ligar duas ou três vezes no mês para abastecer o botijão e pelo gás natural oferecer muito mais segurança”, destacou.
Ampliação– A rede de distribuição do gás natural contempla os bairros de Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Altiplano, Miramar, parte da Torre, parte do Jardim Oceania, e Distrito Industrial, onde várias indústrias operam com o combustível. Este ano a rede está sendo ampliada nos bairros de Jardim Oceania contemplando as avenidas Fernando Luiz Henrique e Argemiro de Figueiredo e também Miramar e Manaíra, onde estão sendo inaugurados novos edifícios.
PBGÁS apresenta expansão da rede de distribuição do gás natural a construtores de Campina
O projeto de expansão da rede de distribuição de gás natural em Campina Grande foi apresentado nesta segunda-feira (6), para empresários e construtores associados ao Sindicato da Indústria da Construção Civil da Paraíba (SINDUSCON-CG).
O Gerente Regional da PBGÁS, Carlos Alberto e o Gerente de Mercado Residencial e Comercial, Renato Vilarim, apresentaram o projeto de expansão da rede que está em obras no bairro do Catolé. A PBGÁS investe R$ 4 milhões na rede que terá 10 km e chegará até o final do ano a mais de 600 unidades atendidas com gás natural.“Estamos confiantes que a palestra resultará em bons resultados para a companhia e o SINDUSCON, pois os construtores demonstraram interesse na utilização do gás natural em seus empreendimentos”, explicou Carlos Alberto.
O presidente do Sinduscon de Campina Grande, João Batista Sales, destacou que a palestra foi positiva para que os empresários da construção civil conheçam sobre a rede de distribuição em Campina Grande e sobre a rede de distribuição, além de avaliar o custo benefício no posto de vista da economia, segurança e fornecimento para adequação dos seus empreendimentos ao gás natural.
Aviso de Audiência Pública Nº 001/2015
A COMPANHIA PARAIBANA DE GÁS – PBGÁS, em atendimento a Lei Estadual Nº 8.767 de 15/04/2009, comunica aos usuários e demais interessados, que realizará AUDIÊNCIA PÚBLICA, com o objetivo de dar conhecimento e fundamentar a proposta de reajuste das tarifas do serviço público de distribuição de gás canalizado no Estado da Paraíba, a vigorar a partir de 01 de junho de 2015.
Local: Sede da PBGÁS
Endereço: Av. Epitácio Pessoa, 4.756 – Cabo Branco – João Pessoa – PB
Data e horário: 20 de maio de 2015 às 09h
A DIRETORIA
PBGÁS concede bônus de até R$ 600 na instalação do Gás Natural Veicular
A PBGÁS ampliou para R$ 600,00 o bônus para motoristas que instalarem o kit de 5ª geração e manteve em R$ 450,00 para os kits de 2ª ou 3ª geração, próprios para veículos fabricados até 2007. O incentivo integra a Campanha Gás Natural Veicular – Seu Bolso Agradece, lançada na última quinta-feira (23) nos meios de comunicação e que fala da economia de mais de 50% para o motorista que abastecer com GNV.
Para receber o benefício, basta o motorista instalar o kit e o cilindro no período de vigência do Programa de Incentivo ao GNV em convertedoras credenciadas pela PBGÁS em João Pessoa (Star Gás) e Campina Grande (Maecio Serviços, EquipeGÁS e Campina GNV). Também é necessário emplacar o veículo na Paraíba e obter a vistoria do Organismo de Inspeção Acreditado (OIA), também localizados na capital e Campina Grande, retirando o documento do veículo no DETRAN. Depois, é só comparecer na PBGÁS com a documentação que comprove a conversão do veículo e receber um cheque nominal no valor de R$ 600,00 ou R$ 450,00.
De acordo com o Gerente de Mercado Industrial e Automotivo, Evaldo Mello, com o bônus de R$ 600,00 o motorista vai percorrer cerca de 4.000 km com GNV e se utilizar o bônus abastecendo seu carro com gasolina, rodará somente 1.950 Km. “Estamos ampliando o Programa de Incentivo ao Uso do Gás Natural Veicular, que existe desde maio de 2012, para estimular o consumo do GNV que se mostra ainda mais econômico e eficiente com a alta no preço da gasolina”, destacou.
O presidente da Associação dos Taxistas da Paraíba, Flaviano Oliveira, foi o 20º motorista na Paraíba a instalar o gás natural em 1998 e, desde então, nunca deixou de utilizar o combustível pela sua economia e eficiência.
O taxista conta que, em média, percorre 120 km por dia e, mesmo com o ar condicionado ligado, gasta apenas R$ 19,00 com o gás natural, mas se abastecesse com gasolina teria um custo em torno de R$ 43,00. “Hoje, o gás natural é uma saída para o taxista sobreviver, pois a gasolina, além de estar com o preço muito alto, tem um rendimento muito menor devido a mistura com etanol. Para quem roda muito, vale a pena instalar o GNV, principalmente com o incentivo da PBGÁS” explicou Flaviano.
Mais detalhes sobre as convertedoras credenciadas e o Programa de Incentivo ao GNV podem ser consultados no endereço eletrônico www.pbgas.com.br ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo 0800 281 0197.
PBGÁS lança campanha que mostra economia do veículo a gás natural
Num cenário de alta no preço da gasolina e do álcool, o uso do Gás Natural Veicular (GNV) torna-se cada vez mais atrativo e gera uma economia de mais de 50% para os motoristas. É pensando nisso que a PBGÁS (Companhia Paraibana de Gás) lança nesta quinta-feira (23) uma campanha publicitária que explica as vantagens econômicas e ecológicas do uso do gás natural e da adesão ao Programa de Incentivo ao GNV.
No material da campanha intitulada “Gás Natural Veicular- Seu Bolso Agradece” , um frentista se transforma em professor e dá uma aula da economia que representa o uso do gás natural. Enquanto o preço médio do litro da gasolina nos postos de João Pessoa é de R$ 3,08 e em Campina Grande é de R$ 3,39, o preço médio do metro cúbico (m3) do GNV é de R$ 1,99 na Capital e R$ 2,20 em Campina. Além disso, o veículo a gás natural roda mais, já que o custo por km é de R$ 0,15 e da gasolina R$ 0,31 centavos.
O presidente da PBGÁS, George Morais, destacou que, além das vantagens econômicas e ambientais, os motoristas que converterem seu carro para o gás natural nas lojas credenciadas terão ainda mais benefícios como um bônus no valor de R$ 600,00 para kits 5ª geração (mais modernos) ou carros novos movidos a gás durante a vigência do programa, ou R$ 450,00 para kits de 2ª ou 3ª geração. “Com o bônus o motorista vai rodar cerca de 4000 km com GNV”.
“Estamos ampliando o Programa de Incentivo ao Uso do Gás Natural, estimulando o consumo de um combustível mais econômico neste período de aumento de preços, tornando-o ainda mais atrativo para o motorista”, destacou George Morais.
O diretor Técnico e Comercial da PBGÁS, Carlos Vasconcelos, disse que para quem roda 100 km´s/dia e, principalmente, para quem tem no veículo um instrumento de trabalho, o GNV torna-se imprescindível, pois em 1 ano este motorista economizará R$ 5.760 e R$ 17.500 em três anos. “Esse dinheiro dá para bancar a troca por um carro popular zero km e, no caso de taxistas, que rodam cerca de 200 km´s/dia, a economia seria de R$ 34 mil em três anos, valor que daria para comprar um segundo taxi zero km´s”, explicou.
Meio Ambiente- De acordo com David Mouta, diretor Administrativo/Financeiro, a PBGÁS espera com a campanha aumentar a frota de veículos movidos a gás natural na Paraíba que é de 21.552 carros (até dezembro de 2014). “Isso seria bastante vantajoso para os motoristas que aderirem a esta nova opção de combustível, bem como para a população como um todo, uma vez que diminuiria o quantitativo de veículos mais poluentes”.
O taxista Fábio Luna Freire, que utiliza o gás natural há 13 anos, destacou que o fator principal para optar pelo combustível é a economia, já que o combustível é mais barato e roda mais km´s. Ele destacou que há seis meses comprou um carro novo e rodou alguns meses com gasolina e sentiu que ficava difícil diante do alto custo. “Num mês de alta estação rodo em média 8 mil km e preciso desembolsar R$ 2 mil com a gasolina. Já com o GNV passei a pagar cerca de R$ 1 mil, uma economia de 50%, que garante uma maior lucratividade no meu negócio”, explicou o taxista.
Empreender Paraíba– A conversão para o gás natural também pode ser financiada com taxa de 0,64% ao mês em até 24 meses para taxistas, frotistas e profissionais de transportes. O valor do crédito liberado cobre todas as despesas da instalação do Kit, num financiamento com carência de quatro meses para iniciar o pagamento.
Essa linha de crédito é fruto de um convênio firmado entre a PBGÁS e o Programa Empreender Paraíba. Maiores detalhes sobre as convertedoras credenciadas, e também o Programa de Incentivo ao GNV, podem ser consultados no www.pbgas.com.br, ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo 0800 281 0197.
Lojistas de shopping optam pelo Gás Natural e ficam satisfeitos com resultados
Lojistas de shopping optam pelo Gás Natural e ficam satisfeitos com resultados
Os lojistas da Praça da Alimentação do Mangabeira Shopping que optaram pelo gás natural estão satisfeitos com a utilização do combustível pela segurança, comodidade e economia proporcionada. Inaugurado no final do ano passado, o empreendimento já conta com 16 restaurantes, lanchonetes e um boliche operando suas cozinhas dentro do conceito do gás natural.
De acordo com o gerente geral do Mangabeira Shopping, Antônio Ferreira, a administração do empreendimento e os lojistas estão satisfeitos com o funcionamento do gás natural que nestes quatro meses de operação não registrou nenhuma intercorrência ou reclamação. “Minha satisfação hoje é maior porque minha preocupação é menor do que quando trabalhava com o GLP e tinha que pagar duas ou três notas por mês e estar sempre atento à reserva. Outro fator é a segurança, já que não é mais necessário os caminhões de abastecimento que causava transtornos e risco de acidentes”, explicou.
O empresário Ronaldo Rocha, do restaurante Chinatown, disse que já trabalhou com o gás butano, mas prefere o gás natural por ser mais leve e limpo, pela comodidade de não precisar estar duas ou três vezes por semana abastecendo os botijões e pela segurança. “É um gás mais seguro e mais econômico pela comodidade de não precisar de espaço para estocagem, o que é muito importante em estabelecimentos nos padrões de shoppings centers. Estou satisfeito, pois o gás natural atende a todas as minhas expectativas”.
Visão de futuro- A PBGÁS investiu mais de R$ 500 mil na ampliação da sua rede de distribuição com uma extensão de 870 metros de tubulação em aço da avenida principal do conjunto dos Bancários até a área do empreendimento.
O diretor Técnico e Comercial da PBGÁS, Carlos Vasconcelos, acredita no desenvolvimento dos bairros de Mangabeira e Bancários, especialmente depois da instalação do shopping. “A tendência é assistirmos a um “boom” imobiliário e a expansão de novos empreendimentos comerciais que têm no gás natural um insumo importante, não só para o uso do aquecimento de água e cocção como também para geração de energia”.
Para Carlos Vasconcelos, é desejável que essa nova fronteira de desenvolvimento urbano já encontre a rede de distribuição de gás natural prontas para atendê-la. “Dessa forma a PBGÁS direciona parcela importante de seus recursos para a expansão da rede de distribuição naquela área”, explicou.
O gerente de Mercado Residencial e Comercial da PBGÁS, Renato Vilarim, destacou que fatores contribuem para a eficiência e praticidade do gás natural. Ele destacou a segurança, já que o combustível se dissipa rapidamente no ar, a comodidade em relação ao abastecimento que acontece de forma ininterrupta e sem a necessidade de utilização de caminhões e de espaços de estocagem no estabelecimento.
Vilarim informou que atualmente 147 estabelecimentos comerciais no Estado utilizam gás natural e que a meta é continuar crescendo enquanto houver clientes que não estiverem consumindo. “Neste contexto, estamos abertos a esclarecer sobre a melhor forma para a utilização do gás natural no aspecto da economia por fatores como a queima completa do combustível sem deixar resíduos e poluentes e na melhoria da eficiência energética do seu empreendimento”, completou.
Empresa comemora premiação nacional em sua política de SMS
A Companhia Paraibana de Gás anunciou, nesta sexta-feira (27), que foi uma das empresas habilitadas e premiadas no II Prêmio Petrobrás de Reconhecimento às Distribuidoras de Gás Natural do Brasil. Das 19 companhias participantes, a distribuidora paraibana ficou em segundo lugar na categoria de Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Energética e Saúde (SMES).
Na última quarta-feira, estiveram participando da solenidade de premiação, no Rio de Janeiro, o diretor-presidente da companhia, George Ventura Morais; o diretor Técnico Comercial, Carlos Augusto Vasconcelos; e David dos Santos Mouta, diretor Administrativo e Financeiro, além da colaboradora Fabíola Gomes dos Santos, representando todos os empregados da empresa. Eles receberam o certificado e, na manhã desta sexta, fizeram o anúncio para todos os colaboradores da empresa na Paraíba.
Esse prêmio foi instituído pela Petrobrás para reconhecer as empresas que tenham melhores indicadores de gestão nas 7 categorias que são monitoradas por aquela estatal. As companhias de gás natural do Brasil concorrem nas categorias SMES; Realização de Volumes Não Térmicos; Custeio; Investimento; Governança Corporativa; Medição e Destaque Global. Na categoria SMES, das 19 companhias, apenas duas foram habilitadas ao prêmio: a PBGÁS (Paraíba), e Algás (Alagoas). A distribuidora alagoana ficou na primeira colocação.
Momento ímpar – Durante o anúncio que foi feito nesta sexta-feira, o presidente da companhia, George Ventura Morais, disse que esse prêmio é um reconhecimento cabal de que a empresa está avançando em suas práticas de SMS. “Temos uma política consolidada nesse quesito, e não apenas porque é obrigação ou cumprimento de normas, mas temos, acima de tudo, um compromisso com a segurança do patrimônio empresarial e com a vida das pessoas. Esse prêmio é um exemplo dessa prática”, disse George.
Ele conclamou a todos os integrantes da empresa para vestirem a camisa das boas práticas, fazendo jus ao prêmio recebido e, também, para avançar nas outras áreas. “Temos muito potencial e podemos ir mais longe. Este é um momento ímpar para a Companhia, já é o segundo prêmio que ganhamos em menos de seis meses, e isso é fruto de um conjunto de forças entre os colaboradores”.
Também se pronunciaram os diretores Carlos Vasconcelos e David dos Santos Mouta. Carlos observou que todo prêmio é simbolismo, mas é um reconhecimento. “Quando falamos em SMS, falamos de qualidade. Quando a gente investe nessas inciativas, a gente investe nas pessoas e na empresa; e SMS é resultado, eficiência, é um processo que impacta diretamente no desenvolvimento da Companhia”.
Menos incidentes – David Mouta, da diretoria administrativa e financeira, destacou os investimentos que a PBGÁS vem fazendo no setor. “SMS não representa despesa e sim investimentos que qualificam, dignificam e direcionam a empresa para grandes desempenhos, e isso é o que está nos levando a essa busca de melhorias no serviço que oferecemos à sociedade”, disse ele.
Na PBGÁS, a área responsável por essa política é a GSM (Gerência de Segurança, Meio Ambiente e Saúde). A gestora Lily Maciene, responsável pelo setor, recebeu os cumprimentos da diretoria e foi parabenizada por todos os colaboradores, ao lado de sua equipe. Ela avaliou a premiação como um aspecto positivo para a empresa: “É positivo no sentido em que a PBGÁS, além de registrar as ocorrências junto à Petrobrás, está mantendo um indicador abaixo do limite de alerta. Ou seja: temos menos incidentes do que em outros Estados”, disse Lily.
PBGÁS fecha o primeiro trimestre com mais de 8 mil clientes residenciais
Ao fechar o primeiro trimestre de 2015, a PBGÁS (Companhia Paraibana de Gás), ultrapassou o volume de 8 mil clientes residenciais utilizando Gás Natural. De janeiro deste ano até final do mês de março, a empresa já interligou 448 novos clientes, devendo chegar aos 500 até o próximo dia 31, quando outros dois condomínios estarão recebendo as instalações em suas Unidades Imobiliárias Autônomas (UIA’s), como são chamados os apartamentos.
Até o presente momento, a distribuidora paraibana de gás natural já conta com 8.254 clientes residenciais, segundo levantamento da Gerência de Mercado Residencial e Comercial da PBGÁS. As ligações realizadas nos últimos 90 dias, de janeiro para cá, foram feitas em edifícios localizados em Manaíra, Cabo Branco, Miramar e Aeroclube, segundo informou o diretor Técnico Comercial da distribuidora, Carlos Augusto de Vasconcelos.
De acordo com Vasconcelos, as 500 novas residências, que passam o utilizar o gás natural, são o somatório dos apartamentos de 11 condomínios interligados nos últimos 90 dias. “Hoje, a PBGÁS já conta com 218 edifícios consumidores, incluindo um existente na cidade de Campina Grande, onde está sendo realizada uma obra de 9 Km de rede para fornecimento do gás aos mercados residencial e comercial”, disse ele.
O diretor-presidente da Companhia, George Ventura Morais, informou que o Mercado Residencial é o que mais cresce nestes últimos anos em termos de adesão ao produto. “Isso é fruto de um grande investimento que estamos fazendo tanto em João Pessoa como em Campina Grande, mas é, sobretudo, uma nova consciência dos consumidores para a necessidade de se utilizar um combustível mais limpo, mais econômico e seguro como o gás natural, entre outros atributos”, observou George.
Ele adiantou, ainda, que a previsão da Companhia é o de ultrapassar os 11 mil clientes até dezembro de 2015, devendo ligar um total de 3.300 unidades na capital e cerca de 520 em Campina Grande: “Estão previstas, também, 60 novas ligações no comércio das duas maiores cidades do Estado, pois o segmento comercial é outra realidade de demanda atual, quando mais comerciantes estão procurando adotar essa energia em seus estabelecimentos”, finalizou.
Iphan aprova implantação de gasoduto entre Mangabeira e Penha
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por intermédio da superintendência da Paraíba, aprovou o relatório do estudo preventivo de arqueologia para implantação de um gasoduto em trecho que liga os bairros de Mangabeira e Penha, na zona sul de João Pessoa.

Ponto de partida do Gasoduto Mangabeira/Penha, na Avenida Hilton Souto Maior
A PBGÁS (Companhia Paraibana de Gás), recebeu a Informação Técnica daquele órgão e já anunciou que serão implantados, a médio prazo, cerca de 7 quilômetros de extensão da rede de distribuição de gás natural para atender aos segmentos residencial, comercial, industrial e automotivo que funcionam naquelas imediações.
A aprovação do Iphan, que é uma exigência legal para a realização da obra, refere-se ao resultado do estudo arqueológico em toda a área onde o gasoduto será implantado, que será às margens da Avenida Hilton Souto Maior, partindo do Posto Z, até a avenida panorâmica Porta do Sol, nas imediações da Penha.
O presidente da PBGÁS, George Morais, recebeu o comunicado da aprovação e disse que, com esse parecer, a obra poderá se desenvolver de forma segura. “Essa aprovação do Iphan é um atestado de liberação para que a obra possa ser realizada sem maiores problemas, com respeito ao nosso patrimônio cultural atrelado aos aspectos ambientais e com um grande ganho social, uma vez que os estudos resgataram um histórico da localidade”.
Ele destacou, ainda, que os estudos arqueológicos são importantes como forma de preservação da história contida no subsolo. “São análises que nos permitem uma maior segurança na instalação da nova rede, o que faz parte da nossa preocupação com a preservação ambiental, patrimônio cultural e proteção às pessoas”.
A Gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Companhia, Lily Maciene, disse que a PBGÁS, de posse dessa autorização, passa a ter mais conhecimento do local e possui uma garantia oficial para utilização do subsolo. Ela lembrou que os trabalhos foram realizados por uma empresa especializada em gestão de risco e estudos ambientais, através de licitação, e que todo o trabalho envolveu estudos de impacto ambiental, arqueologia preventiva e análise de risco.
“O próximo passo da Companhia, agora, é receber a licença prévia do empreendimento junto à Sudema”, disse Lily. “Com esses estudos, além de estar cumprindo os requisitos legais, a PBGás está agregando valor ao seu negócio com a responsabilidade da sua política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde”.
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