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PBGÁS entrega primeiro bônus de R$ 600,00 da campanha de incentivo ao uso do GNV
O operador de máquinas industriais Jailson Lucas Albuquerque recebeu o primeiro cheque no valor de R$ 600,00 da PBGÁS, dentro do programa que bonifica o motorista que instalar o kit de Gás Natural Veicular (GNV) de 5ª geração. A entrega do cheque foi feita nesta quinta-feira (28), na sede da companhia, pelo presidente George Morais e pelos diretores David Mouta (Administrativo Financeiro) e Carlos Vasconcelos (Técnico Comercial).
Nesta semana, a PBGÁS iniciou a entrega dos cheques de R$ 600,00 e R$ 450,00 para os motoristas que instalaram kits de GNV nas oficinas credenciadas a partir do dia 23 de abril. Jailson Lucas trabalha em uma fábrica de cimentos em Caaporã (PB) e, por morar em João Pessoa, optou pelo gás natural. “Rodo muito e utilizo o carro a trabalho, por isso, seria inviável a gasolina que é bem mais cara. Quando comprei meu carro há cerca de 1 mês, coloquei na ponta do lápis o custo e escolhi o gás natural por ser mais econômico e eficiente”.
Jailson informou que investiu R$ 4.800,00 para aquisição e instalação do kit de 5ª geração com cilindro de maior capacidade, valor que foi reduzido para R$ 4.200,00 com o bônus da PBGÁS. Ele explicou que, somente este mês, rodou 6 mil km e se utilizasse gasolina gastaria quase R$ 2.000,00. “Com o gás natural, desembolsei aproximadamente R$ 900,00, ou seja, uma diferença de mais de 50%. Somente com esta economia, em poucos meses cubro o investimento da instalação e ainda posso trocar o meu carro daqui há dois anos”, comemorou.
Na avaliação de Jailson, existem muitos mitos em relação ao uso do gás natural, relacionados à perda de rendimento e custos de manutenção. “Não é verdade! Uso o gás natural desde 2006 e, principalmente, após a modernização dos kits, se o combustível for utilizado corretamente e a instalação for realizada dentro das normas, é até melhor para o motor do que a gasolina. Por isso, vale muito a pena utilizar o GNV”, completou.
O presidente da PBGÁS, George Morais, destacou que as conversões de carros a gás crescem num ritmo acelerado este ano, devido ao aumento no preço da gasolina e da campanha GNV – Seu Bolso Agradece, que destaca a economia de mais de 50% para o motorista. George informou que as pessoas devem ficar atentas ao exemplo de Jailson, que terá uma economia mensal de R$ 900,00 e de aproximadamente R$ 22 mil em dois anos, se mantida a média percorrida. “A maior procura pelo GNV é uma prova da credibilidade da PBGÁS, pois o cliente sabe que receberá o bônus sem maiores formalidades, incentivando cada vez mais a utilização do gás natural”, completou.
Bônus– O gerente de mercado Industrial e Automotivo da PBGÁS, Evaldo Mello, explicou que para receber o benefício, basta o motorista instalar o kit no período de vigência do Programa de Incentivo ao GNV em convertedoras credenciadas em João Pessoa (Star Gás) e Campina Grande (Maecio Serviços, EquipeGÁS e Campina GNV).
Ele lembrou que também é necessário emplacar o veículo na Paraíba e obter a vistoria do Organismo de Inspeção Acreditado (OIA), retirando o documento do veículo no DETRAN. “Depois, é só comparecer na PBGÁS com a documentação que comprove a conversão do veículo e receber um cheque nominal no valor de R$ 600,00 ou de R$ 450,00 dependendo do kit instalado”, finalizou.
Mais detalhes sobre as convertedoras credenciadas e o Programa de Incentivo ao GNV podem ser consultados no endereço eletrônico www.pbgas.com.br ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo 0800 281 0197.
PBGÁS liga primeiros restaurantes ao gás natural em Campina Grande
A PBGÁS ligou esta semana o primeiro estabelecimento comercial ao gás natural dentro do Projeto Borborema, em Campina Grande. A churrascaria Urca Grill, localizada na rua João Quirino, no bairro do Catolé já opera com o combustível mais econômico, seguro e ecológico.
Nesta quarta-feira (27), a PBGÁS também iniciou a instalação da rede interna para a ligação do restaurante Tuxá, também no Catolé, que passará a utilizar o gás natural. Em Campina Grande o restaurante Mileniun foi o primeiro a funcionar a gás natural em janeiro de 2013, antes mesmo do início do projeto Borborema e é considerada uma experiência pioneira e de sucesso na região.
O presidente da PBGÁS, George Morais, destacou que o Projeto Borborema prevê investimentos de mais de R$ 7 milhões na implantação da rede de distribuição de gás canalizado de 10 km nos bairros do Catolé e do Mirante. “O segmento comercial e residencial em Campina Grande tem muito espaço para crescer e estamos preparados para levar os benefícios do gás natural a um número cada vez maior de pessoas e empreendimentos”.
O diretor técnico e comercial da PBGÁS, Carlos Vasconcelos, afirmou que a meta da companhia é ampliar, junto com a rede de distribuição que está em obras, as ligações do gás natural em condomínios residências e estabelecimentos comerciais em Campina Grande. Para ele, a cidade como polo comercial e industrial representa uma prioridade da PBGÁS pelo seu perfil desenvolvimentista e empreendedor.
De acordo com o gerente regional da PBGÁS, Carlos Alberto, a companhia também já concluiu a rede de distribuição para atender ao shopping Luiza Mota, que em breve estará utilizando o gás natural. “Os primeiros clientes no bairro do Catolé estão satisfeitos com a qualidade da queima do energético em seus aparelhos convertidos e a fatores como o abastecimento contínuo, economia e mais segurança”, disse, vislumbrando um crescimento considerável do gás natural no mercado.
O empresário paraibano José Leonaldo Silva, mais conhecido como Naldo, se mostrou satisfeito com a chegada do gás natural a churrascaria Urca Grill inaugurada há apenas 15 dias. Ele já trabalha há vários anos com gás natural em outros dois restaurantes que possui no Rio de Janeiro e quando soube que a rede de distribuição passava na porta do seu estabelecimento no bairro do Catolé não perdeu tempo e procurou a PBGÁS para fazer a instalação. “Tinha pressa na instalação devido ao período junino e fui bem atendido”.
Optei pelo gás natural pela comodidade de não precisar estar constantemente chamando o “caminhão do gás” para abastecer e por não precisar estocar botijões em meu estabelecimento. Já cheguei a ter o piso danificado devido ao armazenamento de grandes botijões de gás de cozinha”, lembrou.
Naldo também ressaltou que o custo benefício do gás natural é melhor por queimar totalmente e o cliente só paga o que consome, diferentemente do gás de cozinha que sempre deixa resíduos no fundo do botijão causando prejuízos. “Também fico mais tranquilo com a segurança dos meus funcionários e clientes, já que o gás natural é mais leve e oferece menor risco de acidentes”, completou o empresário.
Resultado de Audiência Pública nº 001/2015
Na manhã dessa quarta-feira (20 de maio), na sede da Companhia Paraibana de Gás, realizou-se a Audiência Pública nº 001/2015, sobre a proposta de reajuste das tarifas de gás canalizado no Estado da Paraíba, cujos avisos foram publicados no Diário Oficial do Estado e no Jornal A União dos dias 01, 12 e 15 de maio de 2015, bem como nas faturas dos consumidores e na página da Companhia na internet.
O objetivo da audiência foi a de apresentar a nova estrutura tarifária da companhia por segmentos após a aplicação da margem regulatória aprovada em 15 de outubro de 2014 e dar ampla publicidade e transparência às ações da PBGÁS. Tanto a Ata com os resultados da reunião, quanto a apresentação dos objetivos, estão à disposição de qualquer interessado nos links abaixo:
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Representantes da empresa Japonesa Mitsui conhecem a gestão financeira e administrativa da PBGÁS
Representantes da empresa japonesa Mitsui estiveram em João Pessoa nesta terça-feira (19), conhecendo a gestão financeira e administrativa da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) e como a empresa está inserida no mercado de distribuição de gás natural no Brasil. O Sr. Mitsutaka Azuma, da área de Gestão Financeira e a Sra. Mikako Sochigar, da área de Infraestrutura da Mitsui, vieram de Tóquio e foram recebidos pelo Diretor Administrativo e Financeiro da PBGÁS, David dos Santos Mouta, que apresentou o fluxo, a estrutura, a gestão financeira e o perfil dos clientes da companhia.
Os gerentes da PBGÁS de Orçamento e Regulação, Ricardo Vieira, de Finanças e Custo, Khalil Gilbran, e de Contabilidade e Controladoria, Regina Guedes, apresentaram suas respectivas Áreas aos executivos da Mitsui. Na visita ao Brasil, os japoneses também vão conhecer os processos financeiros e administrativos das companhias distribuidoras da Bahia (Bahiagás) e de Alagoas (Algás).
O Diretor Administrativo e Financeiro da PBGÁS, David Mouta, destacou que a visita foi bastante produtiva pela troca de experiência entre a multinacional e a Companhia, além de atender as expectativas dos japoneses que puderam ver de perto as informações financeiras e de mercado que recebem regularmente por meio de relatórios. De acordo com David Mouta, os representantes da Mitsui ficaram bastante satisfeitos com os controles existentes na companhia referentes à sua gestão financeira e projeções de mercado de gás no Estado da Paraíba.
A empresa japonesa Mitsui e a controladora da empresa Mitsui Gás e Energia do Brasil que é uma das três acionistas da PBGÁS, atuando ao lado da Gáspetro, empresa controlada pela Petrobrás, e do Governo Estadual. Além de sua presença na Paraíba, a Mitsui ainda se encontra em outros seis Estados brasileiros como acionista de outras companhias de gás natural, como Alagoas, Bahia, Ceará, Paraná, Pernambuco, Santa Catarina e Sergipe.
PBGÁS destaca potencial de crescimento da área do petróleo e gás natural

O diretor técnico da PBGÁS, Carlos Augusto Vasconcelos, representou a companhia no encerramento do Congresso Nacional de Engenharia, Petróleo, Gás Natural e Bioderivados (CONEPETRO) realizado até a sexta-feira (15), em Campina Grande.
Engenheiro civil e funcionário de carreira da Petrobrás, Carlos Vasconcelos afirmou para uma plateia predominantemente de estudantes que existe muito espaço para crescimento da área do petróleo e do gás natural na Paraíba e no Brasil, onde o desenvolvimento do mercado pode ser considerado recente.
Carlos Vasconcelos orientou os alunos de engenharia de gás e petróleo a estudarem, trabalharem firme e terem uma visão de longo prazo. “Acreditem e não se abatam pelos percalços que são cíclicos. Ficamos felizes em ver tantos estudantes interessados em aprender e aprofundar seus conhecimentos para em breve servir para o mercado e contribuir para o desenvolvimento do país”.
Mercado aberto- A PBGÁS foi constituída há 20 anos e neste período foram construídos 300 km´s de redes de gasodutos, com 8.620 ligações residenciais, 77 clientes entre postos e indústrias. “Existe muito espaço para crescer nos segmentos de GNV, Residencial, Comercial e Industrial. Nossa missão é tornar a Paraíba um Estado atrativo também pela disponibilidade do gás natural, levando um produto mais seguro, econômico e ecológico para um número cada vez maior de clientes”.
A mesa de encerramento do CONEPETRO foi presidida pela professora presidente do congresso, Adriana Almeida, e contou com as presenças do diretor do Centro de Ciência e Tecnologia da UFCG, Ricardo Cabral, representantes da ANP, do Conselho Regional de Química e dos estudantes das engenharias.
Geração Distribuída– Antes do encerramento do evento, o Gerente de Marketing e Desenvolvimento de Novos Negócios da Ecogen, Pedro Luiz Silva Júnior, falou sobre o crescimento da geração distribuída de energia nas indústrias, construtoras, supermercados e shopping centers diante da crise no setor elétrico e da necessidade de diversificação de fontes de energia. “O mercado do gás natural ainda é muito novo em algumas regiões do Brasil, e tecnologia como a cogeração ainda é pouco conhecida, mas em alguns mercados mais maduros passa a ser utilizada e tende a crescer com a alta na energia”.
Pedro Silva disse que acredita que depois de muito tempo de luta do setor, pela primeira vez o Governo Federal estimula a geração própria de energia, não em função de um planejamento, mas de uma crise instaurada e de um risco de racionamento. “Neste contexto, entendemos que esse é o ano da geração distribuída com a portaria que estimula a geração da energia ociosa fora do horário considerado de ponta para ser distribuída para o Operador Nacional de Sistemas (ONS) até o dia 18 de dezembro de 2015”, completou o representante da Ecogen.
Ecogen foi fundada em 2002, sob a marca Iqara Energy Services e o controle do Grupo BG, ela se tornou rapidamente um sinônimo de qualidade na área de soluções integradas de energia. Anos depois, em 2008, a empresa foi adquirida por um grupo nacional, e passou a se chamar Ecogen Brasil.
Devido à sua cultura diferenciada que incentiva soluções energéticas inteligentes e economicamente atrativas, em 2012 foi adquirida pelas empresas japonesas Mitsui & CO e Energy Advance. Com uma filosofia que une a valorização de seus profissionais e um investimento maciço em tecnologia, a Ecogen é hoje a líder brasileira no desenvolvimento e implantação de projetos de eficiência energética, destacando-se principalmente por suas inovadoras soluções de cogeração.
Congresso destaca retomada do crescimento do GNV com alta da gasolina
O gerente de Planejamento Estratégico e Competitividade da Associação Brasileira de Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegas), Marcelo Mendonça, destacou que o mercado do Gás Natural Veicular (GNV) no país voltou a crescer este ano com a alta da gasolina. No mês de março, o crescimento da frota de GNV no Brasil foi de 15% em relação ao mesmo período de 2014.
O engenheiro Marcelo Mendonça falou sobre o mercado de GNV no Brasil e na Paraíba durante palestra na quinta-feira (15), no Congresso Nacional de Engenharia, Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Conepetro). O diretor técnico da PBGÁS, Carlos Vasconcelos, e os gerentes de Mercado Automotivo e Industrial, Evaldo Mello, de Marketing, Romeu Paes Leme, de Comunicação Institucional, Clóvis Gaião, o gerente regional, Carlos Alberto e o engenheiro Francisco Guedes prestigiaram a palestra no Centro de Convenções Raymundo Asfora.
De acordo com Marcelo, é necessário desenvolver uma política mais sólida de incentivos ao uso do GNV para substituição da gasolina e do diesel, inclusive para frotas de veículos pesados. “As distribuidoras de gás têm um papel fundamental no desenvolvimento deste mercado, assim como fez a PBGÁS concedendo um bônus para a conversão do GNV e concedendo linhas de financiamento ou medidas como o governo do Rio de Janeiro que isentou o IPVA para veículos convertidos a gás”, comentou.
Marcelo Mendonça lembrou que entre os anos de 2001 e 2006 o país registrou o maior pico de conversões, mas nos anos subsequentes caiu bastante devido a política do Governo Federal. “Este ano mercado do GNV voltou a crescer e acreditamos que continuará aquecido ao longo do ano. O GNV sempre foi mais eficiente e vantajoso em relação a outros combustíveis e agora está ainda mais com a alta da gasolina”, explicou.
O diretor técnico da PBGÁS, Carlos Vasconcelos, disse que aproveitando a melhoria competitiva do GNV em relação a gasolina e o etanol a PBGÁS aprimorou o seu programa de incentivo aumentando o bônus na instalação do kit 5ª geração e, em parceria com o Estado, também abriu uma linha de financiamento para taxistas e frotistas. “Também estamos articulando com os proprietários de postos para que não haja aumento do GNV para o consumidor final pelo menos nos próximos 6 meses garantindo ainda mais economia para os motoristas”, destacou Vasconcelos.
Presidente da PBGÁS destaca investimentos de R$ 7 milhões na ampliação da rede de gás canalizado em Campina
“A PBGÁS acredita em Campina Grande e está investindo mais de R$ 7 milhões na ampliação da rede de distribuição do gás residencial e comercial. A Companhia acredita no potencial e no empreendedorismo da região e apoia eventos que contribuam para a descoberta dos benefícios do Gás Natural”.
Destacou o presidente da PBGÁS, George Ventura Morais, durante fala de abertura do I CONEPETRO (Congresso Nacional de Engenharia de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), na noite desta quarta-feira (14), no Centro de Convenções Raymundo Asfora, em Campina Grande, com a participação de mais de 1400 pessoas entre estudantes, professores e profissionais de engenharia de todo o Brasil.
O congresso foi aberto em solenidade bastante prestigiada pelo vice-reitor da UFCG, Vicemário Simões, pela presidente do CONEPETRO, professora Adriana Almeida, pelo representante da ANP, ISAC Viturino e pelo presidente da PBGÁS, George Morais, que na oportunidade representou o governador do Estado, Ricardo Coutinho.
Em seu discurso, George Morais disse que a PBGÁS e a Paraíba tem a convicção que o CONEPETRO ultrapassará os limites acadêmicos e proporcionará uma visão prática e moderna sobre as diferentes matrizes energéticas, especialmente o gás natural que está inserido no espírito da sustentabilidade econômica e consciência ambiental que inspiram o evento. “A PBGÁS há temos se coloca como colaboradora da UFCG, não apenas por acreditar no trabalho sério e competente da instituição, mas por enxergar este fórum como um celeiro de oportunidades”.
Na conferência de abertura Bruno Moczydlower (Gerente do Reservatório de Libras da Petrobrás) falou sobre a Petrobras que dá certo e que a empresa precisa dos melhores cérebros para fazer a diferença. “A crise não foi a primeira e não será a última a ser superada”.
A professora e coordenadora do Curso de Engenharia e Petróleo da UFCG, Adriana Almeida, destacou que o congresso é fruto do surpreendente sucesso do I e II WEPETRO e surge com a proposta de inovar, integrar e atualizar para colocar no mercado profissionais preparados e motivados para atuarem em uma área estratégica que é o Petróleo e Gás.
Programação- Durante esta quinta e sexta-feira o evento continua como palestras, minicursos, apresentação de trabalhos científicos, entrega de prêmios e presença de empresas, abordando as diversas áreas da Engenharia de Petróleo, tais como exploração e produção, e áreas correlatas que envolvem o processamento e transporte de óleo e gás natural, bem como as tecnologias para a produção e aprimoramento de biocombustíveis, garantindo o acesso às novas informações, atualização de conhecimento e intercâmbio cultural entre os congressistas.
Nesta quinta-feira, às 17h, Gerente de Planejamento Estratégico e Competitividade da Associação Brasileira de Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegas), Marcelo Mendonça fala sobre o Mercado de GNV no Brasil- Situação e Perspectivas. Também foi convidado pela PBGÁS, o diretor de Marketing e Desenvolvimento de Negócios da ECOGEN Brasil, Pedro Luiz Mendes, que profere palestra na sexta-feira (15), às 16h.
Stand- Durante os três dias, a PBGÁS estará com um stand no evento onde fará exposição de material técnico de regulagem e medição de gás natural residencial, além de vídeos institucionais e materiais informativos sobre campanhas do GNV, gás residencial e industrial e serviços da companhia no Estado.
Congresso debate perspectivas de crescimento do Gás Natural Veicular
A perspectiva de crescimento do mercado de Gás Natural Veicular (GNV) num cenário de alta no preço da gasolina será um dos temas debatidos no I CONEPETRO (Congresso Nacional de Engenharia de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), que será aberto nesta quarta-feira (13) e segue até a sexta-feira (15), no Centro de Convenções Raymundo Asfora, em Campina Grande.
O I CONEPETRO é realizado pelo curso de Engenharia de Petróleo de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) com apoio da PBGÁS (Companhia Paraibana de Gás), que convidou dois palestrantes de renome nacional no segmento do gás natural.
Para falar sobre o Mercado de GNV no Brasil- Situação e Perspectivas nesta quinta-feira, às 17h, a PBGÁS convidou o Gerente de Planejamento Estratégico e Competitividade da Associação Brasileira de Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegas), Marcelo Mendonça.
Também foi convidado o diretor de Marketing e Desenvolvimento de Negócios da ECOGEN Brasil, Pedro Luiz Mendes, que profere palestra na sexta-feira (15), às 16h, sobre Geração Distribuída e Coogeração de Energia nos segmentos Industrial e Comercial. Profissionais, gerentes e professores da Petrobras, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do IBEC-RJ, da Universidade Federal Fluminense, da UFRN e da UFCG estão entre os palestrantes do congresso.
O presidente da PBGÁS, George Morais, afirmou que faz parte da missão da companhia promover ações inovadoras que fomentem o desenvolvimento tecnológico e econômico do Estado. Ele destacou a importância de estar junto com a UFCG neste espaço de discussão sobre a produção, extração e as inovações tecnológicas no campo do petróleo e do gás natural.
Projeto Borborema – George Morais destacou que a PBGÁS acredita no potencial de Campina Grande com a execução do projeto Borborema, com investimentos de mais de R$ 7,7 milhões na ampliação da rede de distribuição do gás residencial e comercial nos bairros do Catolé e Mirante, além do segmento industrial com 12 grandes indústrias como a Coteminas, Alpargatas e Vitamassa que utilizam o gás natural como combustível.
Stand- Durante os três dias, a PBGÁS estará com um stand no evento onde fará exposição de material técnico de regulagem e medição de gás natural residencial, além de vídeos institucionais e materiais informativos sobre campanhas do GNV, gás residencial e industrial e serviços da companhia no Estado.
O encontro vai reunir pesquisadores, docentes, estudantes de pós-graduação e graduação e profissionais de empresas nas áreas de interesse, onde se aspira incentivar o debate, a reflexão e o enfrentamento dos desafios teóricos e práticos na área de Gás e Petróleo. Mais informações sobre a programação estão disponíveis no endereço eletrônico www.conepetro.com.br.
Cresce em mais de 120% residências que utilizam gás natural em João Pessoa
O número de ligações de prédios residenciais ao gás natural em João Pessoa cresceu mais de 120% no mês de abril em comparação ao mês de março deste ano. Segundo dados da PBGÁS, no mês de março foram realizadas 137 ligações, enquanto abril fechou com 311 ligações com a adesão de mais 7 edifícios. Com as novas ligações, a PBGÁS atinge a marca de 8.611 unidades residenciais atendidas com o gás natural, com a adesão de 225 edifícios. Somente este ano foram realizadas 805 ligações residenciais na Capital paraibana, sendo 181 em janeiro, 176 em fevereiro, 137 em março e 311 em abril.
O diretor técnico da PBGÁS, Carlos Vasconcelos destacou que, somente este ano, a companhia está investindo mais de R$ 3,5 milhões na ampliação da rede de distribuição de gás natural em João Pessoa, atenta de crescimento dos mercados residencial e comercial.
De acordo com Carlos Vasconcelos, este ano existe uma tendência de crescimento do ritmo das ligações em relação ao ano passado acompanhando fatores como a ampliação da rede de distribuição do gás natural em João Pessoa e o crescimento do mercado imobiliário. “Com a elevação dos preços do metro quadrado dos terrenos, as construtoras perceberam que ao dotar o empreendimento com suprimento de gás natural através gasodutos da PBGÁS, os arquitetos podem dar um uso mais otimizado (playground, vaga de estacionamento, armários) ao espaço que seria ocupado pelos cilindros de armazenagem de GPL.”
O gerente de Mercado Residencial da PBGÁS, Renato Vilarim, destacou que o gás natural em João Pessoa e em Campina Grande vive um momento de expansão e que cada vez mais as pessoas vão entender os benefícios em relação ao GLP, ou gás de cozinha, como ser mais seguro por se dissipar rapidamente no ambiente, ter um fornecimento contínuo, ter um preço competitivo e ser bem menos poluente.
Renato explicou que em uma residência o gás natural pode ser utilizado para funcionamento de fogões, fornos, e em substituição dos chuveiros elétricos e ar-condicionado com significativa redução na conta de energia. “A pessoa pode nos procurar que estaremos prontos para instalar o gás natural e mostrar que o combustível oferece o melhor custo benefício”.
O síndico do edifício Recanto das Artes, localizado em Miramar, Roberto Chaves Pinheiro, começou a utilizar o gás natural em 60 apartamentos há 1 mês e disse que, como administrador, já sente alguns benefícios como a praticidade, a segurança e o respeito ao meio ambiente. “Apesar de estar utilizando o gás natural há pouco tempo, já dá para sentir benefícios em relação ao GLP como não precisar ligar duas ou três vezes no mês para abastecer o botijão e pelo gás natural oferecer muito mais segurança”, destacou.
Ampliação– A rede de distribuição do gás natural contempla os bairros de Tambaú, Manaíra, Cabo Branco, Altiplano, Miramar, parte da Torre, parte do Jardim Oceania, e Distrito Industrial, onde várias indústrias operam com o combustível. Este ano a rede está sendo ampliada nos bairros de Jardim Oceania contemplando as avenidas Fernando Luiz Henrique e Argemiro de Figueiredo e também Miramar e Manaíra, onde estão sendo inaugurados novos edifícios.
PBGÁS apresenta expansão da rede de distribuição do gás natural a construtores de Campina
O projeto de expansão da rede de distribuição de gás natural em Campina Grande foi apresentado nesta segunda-feira (6), para empresários e construtores associados ao Sindicato da Indústria da Construção Civil da Paraíba (SINDUSCON-CG).
O Gerente Regional da PBGÁS, Carlos Alberto e o Gerente de Mercado Residencial e Comercial, Renato Vilarim, apresentaram o projeto de expansão da rede que está em obras no bairro do Catolé. A PBGÁS investe R$ 4 milhões na rede que terá 10 km e chegará até o final do ano a mais de 600 unidades atendidas com gás natural.“Estamos confiantes que a palestra resultará em bons resultados para a companhia e o SINDUSCON, pois os construtores demonstraram interesse na utilização do gás natural em seus empreendimentos”, explicou Carlos Alberto.
O presidente do Sinduscon de Campina Grande, João Batista Sales, destacou que a palestra foi positiva para que os empresários da construção civil conheçam sobre a rede de distribuição em Campina Grande e sobre a rede de distribuição, além de avaliar o custo benefício no posto de vista da economia, segurança e fornecimento para adequação dos seus empreendimentos ao gás natural.
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