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Artigos de "maio, 2016"

Economia com GNV varia de 48% a 57% na Paraíba

30 maio 2016   //   por Administrador   //   Notícias

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Na Paraíba, a economia para quem utiliza o GNV varia de 48% a 57%, em relação à gasolina e ao etanol, respectivamente.  Segundo levantamento da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado), um quilômetro rodado com GNV sai por R$ 0,18. Já com a gasolina, fica por R$ 0,35 e com o etanol, R$ 0,42. A economia no orçamento é de R$ 414 (frente à gasolina) e R$ 598 (frete ao etanol) para quem roda 2.500 km/mês.

No topo da lista dos Estados mais econômicos estão Alagoas, Pernambuco e Bahia. O estudo tem como base os preços adotados no final do mês de abril. A Paraíba é o 4° estado do Nordeste no quesito economia do GNV frente ao etanol e o 5º em relação à gasolina.

De acordo com o diretor administrativo financeiro da PBGás, David Mouta, na atua conjuntura que o país atravessa a economia de cerca de 50% na hora de abastecer se mostra ainda mais significativa. “Desde novembro do ano passado que não há nenhum reajuste nos preços do GNV, o que dá mais segurança na hora de converter seu veículo”, destacou.

David acrescentou que outro fator decisivo é que se optar por um kit de 5ª geração o motorista não vai verificar nenhuma diferença de desempenho ou funcionamento do veículo, a única diferença é no bolso, já que além de ter uma autonomia maior o GNV é bem mais barato, concluiu.

Em Alagoas, o GNV chega a ser 51% mais econômico que a gasolina e 62% que o etanol. O quilômetro rodado com GNV sai por R$ 0,17, enquanto com gasolina custa R$ 0,35 e com etanol, R$ 0,45. A economia mensal para quem roda 2.500 km/mês é de R$ 452 e R$ 700, respectivamente.

Em Pernambuco, os percentuais de competitividade do GNV são de 53% (ante gasolina) e R$ 59% (frente o etanol). O custo por quilômetro rodado é R$ 0,16 (com GNV), R$ 0,35 (com gasolina) e R$ 0,41 (com etanol). O motorista que roda 2.500 km/mês consegue poupar R$ 457 (ante gasolina) e R$ 604 (ante etanol).

Na Bahia, o GNV é 52% mais econômico que a gasolina e 58% que o etanol. Um quilômetro rodado nesse estado sai por R$ 0,17 (com GNV), R$ 0,36 (com gasolina) e R$ 0,41 (com etanol). Para quem roda 2.500 km/mês, a redução no desembolso é de R$ 471 comparando com a gasolina e R$ 601, com o etanol.

Para realizar a análise, a Abegás utiliza como referência o veículo Fiat Siena, que já contempla em seu manual de fábrica o consumo com os três combustíveis e percorre 13,2 km por metro cúbico de GNV, 10,7 km com gasolina e 7,5 km com o etanol.

PBGÁS liga novo restaurante ao gás natural e avança no segmento comercial

23 maio 2016   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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O Restaurante Nau Frutos do Mar iniciou esta semana a operação com o gás natural canalizado, fortalecendo a carteira de clientes da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS). O empreendimento, reconhecido pela excelência na culinária de frutos do mar e atendimento, será um dos maiores clientes no segmento comercial da Paraíba.

A PBGás vem registrando uma expansão considerável nos segmentos comercial que reflete no aumento de 12% do volume de consumo no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período ano passado. Segundo dados da companhia, de janeiro a abril de 2015 a média de consumo  do gás natural no segmento comercial foi de 3.124 m³/dia enquanto no mesmo período deste ano 3.626 m³/dia.  Em João Pessoa e Campina Grande já são 173 empreendimentos comerciais ligados ao gás natural.

De acordo com o presidente da PBGÁS, George Morais, nos últimos dois meses a companhia incluiu na sua carteira de clientes os restaurantes Mangai e Nau que estão entre os maiores consumidores de gás natural canalizado no segmento de bares e restaurantes. “Ter restaurantes referência em culinária e bom atendimento demonstra a boa aceitação do gás natural pelas suas vantagens como economia, comodidade, segurança e respeito ao meio ambiente. É um combustível a mais para a PBGás continuar expandindo a sua rede e gerando desenvolvimento para o nosso Estado”, destacou George.

A empresária Luciana Maia afirmou que a redução nos custos foi o principal motivo para que o grupo tenha optado pelo gás natural em seus empreendimentos em Natal e João Pessoa. “Já nos primeiros meses de operação no Mangai constatamos a economia proporcionada e outras vantagens como segurança e responsabilidade ambiental. Diante disso, resolvemos levar o GN também para o Restaurante Nau e está valendo muito a pena”, completou.

Luciana Maia ressaltou que como o fornecimento do gás natural canalizado é contínuo, os processos operacionais ficaram mais simples e seguro, já que não será mais necessário manter um local para armazenamento de botijões e nem reabastecimento. Dentre as vantagens, ela destacou a qualidade da chama e a melhora no processo de preparação dos alimentos. “observamos também uma redução considerável no número de válvulas para a abertura e fechamento em relação ao GLP, trazendo mais comodidade e segurança para nossos funcionários”, explicou a empresária.