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PBGÁS realiza vistas a indústrias buscando fortalecer a parceria com o setor
O novo diretor Administrativo e Financeiro da PBGÁS, Giovane Rosa, iniciou uma rodada de visitas às indústrias paraibanas ligadas ao gás natural canalizado. A primeira empresa visitada na última segunda- feira (20) foi a São Braz, localizada em Cabedelo, uma das maiores fábricas de café torrado e flocão de milho do Brasil, onde foram recebidos pelo gerente Geral da Industria do grupo São Braz, Maurício Garrafielo e a gerente industrial, Ângela Limeira Melo.
Giovane Rosa junto com os gerentes Alairson Gonçalves (Mercado Industrial e Automotivo) e Khalil Gibran (Finanças e Custos) e o ex-Diretor Financeiro, David Mouta fizeram uma apresentação sobre o panorama do gás natural canalizado no Brasil e na Paraíba, sobre a performance da empresa e oportunidades de incremento do uso do gás natural no sentido de otimizar o processo produtivo. Na Paraíba são 36 indústrias que operam com o gás canalizado usufruindo de benefícios como competitividade, eficiência e respeito ao meio ambiente.
De acordo com o diretor Administrativo Financeiro da PBGÁS, Giovane Rosa, nos próximos meses a Companhia Paraibana de Gás estará visitando outras indústrias paraibanas com objetivo de buscar a aproximação com os clientes, identificando oportunidades de negócio e fortalecendo a relação de parceria com os clientes.
PBGÁS promove campanha de doação para Associação Donos do Amanhã
A PBGÁS, por meio da CIPA, convida todos os seus colaboradores a participarem da campanha Vamos fazer o Bem, com a doação de latas de SustageKids e a compra de brindes para a Associação Donos do Amanhã, que cuida e apoia crianças com câncer. Uma programação será realizada na quarta-feira, dia 22 de março, às 15h30, na sede da companhia onde uma equipe da UNIMED estará ministrando uma palestra de “Prevenção do Câncer de Pele e Associação Donos da Manhã, vai instalar uma stand de vendas de produtos e brindes, comercializados por eles, com o intuito de arrecadar fundos para manutenção da associação”.
O vice-presidente da CIPA, Alexandre Rondinelly, falou que a ideia do projeto é estimular os colaboradores da companhia a desenvolverem ações de responsabilidade social, o que gera bem estar para eles próprios e para as crianças com câncer que serão beneficiadas diretamente com um alimento adequado para superar as dificuldades ocasionadas pelo tratamento. Ele lembrou que em 2015 a Cipa realizou uma campanha de doação a Associação Donos do Amanhã com a doação de latas de leite e que este ano a meta é superar as 360 latas doadas, além da compra de produtos e brindes da entidade que presta um serviço importantíssimo às crianças com câncer e suas famílias.
A Associação Donos do Amanhã foi fundada em 2005 por iniciativa da médica Andréa Gadelha e colaboradores que se propuseram a fazer doações e prestar trabalho voluntário com o objetivo de oferecer apoio material e afetivo, necessários para boa qualidade de vida das crianças e adolescentes com câncer. De acordo com a gerente administrativa da Associação, Cristiane Lemos a associação atende a crianças e adolescentes vindos de todo o Estado da Paraíba para receber tratamento médico em João Pessoa. Os auxílios aos beneficiados incluem alimentação, local para descanso e espera do atendimento ambulatorial, atividades lúdicas, cestas básicas e orientação para obter documentação, além dos cuidados e da atenção carinhosa prestados pela equipe de atendentes e voluntários.”
Como fazer:
As doações das latas de SustageKids podem ser feitas até a quarta-feira (22), às 15h, a colaboradora Luana Angélica, da Gerência de Recursos Humanos. As pessoas que doarem participarão de sorteios de brindes produzidos pela associação Donos do Amanhã adquiridos pela PBGÁS. Quanto mais latas você doar mais chance tem de ganhar.
PBGÁS tem novo diretor administrativo financeiro
O engenheiro Giovane Rosa é o novo diretor Administrativo Financeiro da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS), em substituição a David Mouta, que irá trabalhar no escritório sede da Mitsui Gás e Energia no Rio de Janeiro. Giovane, que é natural do Estado de Santa Catarina, tomou posse na tarde desta terça-feira (14), durante reunião do Conselho Administrativo da PBGÁS.
Funcionário da Mitsui Gás, Giovane Rosa tem larga experiência no segmento de gás natural onde atua por mais de 15 anos passando pelas companhias SCGÁS e BAHIAGÁS e na gerência de Planejamento Coorporativo da Mitsui Gás e Energia do Brasil. Também é membro do Conselho Fiscal da Companhia de Gás do Ceará desde abril 2016, tendo participado, em anos anteriores, como membro dos conselhos fiscais das Companhias de Gás da Paraíba (2013), Santa Catarina (2014) e Pernambuco (2015).
O novo diretor Administrativo Financeiro da PBGÁS, afirmou que assume a função com o objetivo de dar continuidade ao relevante trabalho desenvolvido por David Mouta e contribuir para o desenvolvimento da companhia e dos processos como um todo. “É com muito prazer que retorno à PBGÁS onde atuei como conselheiro fiscal em 2013 e chego com muita vontade de somar a uma equipe muito capacitada para obtenção dos resultados e comprometida com o desenvolvimento do mercado de gás natural do Estado”, destacou Giovane Rosa.
De acordo com Giovane Rosa, no ano passado a economia brasileira passou por um dos seus piores momentos com forte impacto na indústria e na sociedade, mas o cenário mostra sinais de recuperação e contamos que volte a crescer. “A minha chegada à Paraíba coincide com o momento da chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco que oferecerá mais possibilidades de desenvolvimento da agricultura e favorece a industrialização no Semiárido trazendo esperança de dias melhores. A Paraíba é reconhecida pelas grandes universidades, centro de pesquisa e profissionais com muita capacidade, potencial e sinergia para desenvolver o estado de forma sustentável”.
A Diretoria executiva da PBGÁS passa a ser formada pelo diretor presidente, George Ventura Morais, pelo diretor Técnico Comercial, Carlos Augusto Vasconcelos e pelo Diretor Administrativo Financeiro, Giovane Rosa. David Mouta ocupou a diretoria da PBGÁS por seis anos e assume cargo estratégico na Mitsui Gás, que junto com o Governo do Estado e a Gaspetro, são acionistas da PBGÁS.
Advogadas falam das perspectivas da mulher no mercado de trabalho
E foi na luta pelo direitos trabalhistas das mulheres, no início do século 19, que a pauta feminista ganhou força e galgou, ao longo dos anos, muitos desafios, mas também conquistas. Neste 08 de março, as advogadas Cibele Moura e Maria Ketiane falaram um pouco sobre as perspectivas das mulheres no mercado de trabalho e no meio jurídico. Confiram a entrevista feita por Simony César
Comunicação: – Cibele, como você percebe a mulher no mercado de trabalho e principalmente no setor jurídico?
Cibele: – A mulher vem ganhando realmente espaço na sociedade, isso é uma conquista histórica que já vem de tempos através de muitas lutas e não é diferente no tocante à questão jurídica, né? Porque para se chegar aqui, nós (mulheres) precisamos passar horas de estudo – assim como também é dedicado pelos homens, mas no caso específico das mulheres, com as várias jornadas que a gente tem, é desafiador.
O fato de muitas empresas terem os cargos de comando ocupados por homens ainda é visto como resquício de todo procedimento histórico que as mulheres vêm reivindicando. Você olha na política mesmo, existe um incentivo para se ter mais mulheres atuando no parlamento, no Congresso, nas Câmaras, mas a participação delas ainda é proporcionalmente muito pequena.
Comunicação: – E quanto a você, Ketiane?
Ketiane: – Eu experimentei ser advogada numa fase de transformação muito boa em termos de aceitação da mulher. Eu, como advogada, nunca passei entrave por ser mulher, mas eu conheço outras histórias e com isso concluo que sou privilegiada. Eu percebo que a PBGÁS estimula essa igualdade, esse respeito é o que eu sinto desde que passei a trabalhar aqui. Com relação ao mundo jurídico eu não sofri nenhum preconceito por ser mulher na defesa do Direito, na atuação da profissão, pelo contrário. Eu tenho muito orgulho, porque eu vivi uma fase diferente, então é uma fase de orgulho, de coragem, de estímulo para que eu, como mulher, marque meu território. Reforçando, ser mulher com as várias jornadas não é um fácil desafio.
Cibele: – Eu vou até interromper Ketiane, o fato de ser mulher, na profissão que a gente exerce, é até favorável, porque a gente lida cotidianamente com leis e, hoje em dia, as leis primam muito pela igualdade, respeito. Seria contraditório nós trabalharmos no ambiente jurídico e ficar sofrendo esse tipo de discriminação. Eu não me vejo, no exercício da profissão, recebendo nenhum tipo de tratamento diferenciado por ser mulher.
Comunicação: – Então a pauta feminista do início do século 19, quando operárias começaram a reivindicar direitos trabalhistas, de fato, cumpriu seu objetivo quando comparado às experiências de vocês?
Cibele: – Com toda certeza, apesar delas terem pagado com a vida, foi válido por todas as áreas. Especificamente, pela área jurídica, a gente encontra mulheres ocupando cargos de Ministra no Supremo Tribunal Federal. Então, assim, se elas estão ali, certamente é porque estão comungando desse entendimento que a gente tá dispondo aqui.
Ketiane: – Voltando à história da nossa profissão, eu acredito que o que nos dá muita força, enquanto advogadas mulheres vivendo o resultado da batalha de outras, é esse nosso contato com a lei, com o que é certo, mesmo sabendo que nem sempre é aplicado da forma como deveria, isso dá força por essa batalha, entendeu? A gente vai pro embate por saber que existe esse direito de reivindicar. Isso nos dá coragem e força e de certo modo intimida posturas de preconceito. A gente acaba sendo um instrumento, eu mesma já recebi consultas de amigas, muitas, de várias classes sociais e isso é gratificante poder ajudar outras pessoas quando vem de mulheres do âmbito de violência, separação judicial, porque a gente sente a importância da nossa orientação para com elas.
Homenagem: Conheça mais sobre as mulheres PBGÁS
Sou formada em Direito e desde recém-formada trabalho na área de licitação. Inicialmente inexperiente na área, mas, com muita dedicação, passei a entender e adorar o que fazia. Trabalhava na área da saúde, e foi um grande desafio atuar na administração pública.
Após 6 anos de experiência na área de licitação em saúde, tive a oportunidade de expandir meus conhecimentos aqui na PBGÁS, tendo em vista que iria trabalhar com licitação, mas especificamente com obras públicas, algo nunca vivenciado e que para mim foi desbravador. A Companhia não poupou esforços para capacitar toda a equipe de licitações em treinamento específico em Obras Públicas e Serviços de Engenharia, como também em assuntos da área. A relação de trabalho na Companhia é boa, há uma boa integração com a equipe, que por sinal é extremamente competente e com a Diretoria.
Na minha concepção, a mulher no mercado de trabalho vem galgando e por que não dizer, conquistou seu espaço. Diante de sua organização, dedicação e compromisso, conseguiu mostrar competência e garantir seu espaço. Acredito ainda que há barreiras pontuais quanto à contratação de mulheres, pela possibilidade, por exemplo, do afastamento por licença maternidade, mas, que isso é um visão minoritária de um mercado ainda com traços machista.”
Como forma de promover o bem-estar às suas colaboradoras, a PBGÁS adere ao Projeto de Empresa Cidadã, que oferece à funcionária 60 dias a mais do que estabelecido pela Lei da Licença Maternidade. Luciana Toscano, Gerente de Licitações e Contratos, está grávida de 3 meses e trabalha na Companhia desde 2011.
Mulheres fazem a diferença na PBGÁS
Em comemoração ao dia Internacional da mulher, a PBGÁS escutou um pouco da história de suas colaboradoras. Conheça Cláudia Marques, nossa analista de processos organizacionais desde 2011.
“Minha mãe sempre teve esse papel de dona de casa e mãe. Mesmo assim, eu já nasci numa geração em que a reestruturação de mercado de trabalho vinha inserindo mulheres. Então, eu cresci com isso na minha cabeça, de estudar, trabalhar e foi o que aconteceu.
Sou economista, fiz o concurso da PBGÁS, hoje eu estou aqui. Agora, como mãe de duas meninas, já converso muito sobre isso com elas, da questão de o que é que elas vão querer ser e incentivo que elas realmente se engajem academicamente e profissionalmente.
Eu sempre tive o apoio da minha mãe, como também do meu pai. Apoio e incentivo as minhas filhas porque não se trata apenas da remuneração financeira, é a questão de se sentir produtiva, de cada uma ter sua independência. Antigamente, as mulheres que trabalhavam eram na sua maioria professoras, a gente não via uma engenheira, advogada e hoje em dia você vê a mulher atuando em vários campos.
Eu já trabalhei como Analista de Processos Organizacionais em outra empresa. Assumi o cargo lá quando o rapaz que o ocupava teve que ir embora para outra cidade. Apesar de estarmos na mesma função, executando as mesmas tarefas, o salário que ele recebia era maior do que o meu. Diferentemente, a PBGÁS promove uma igualdade entre os colaboradores, a gente não enxerga nada que contradiga isso aqui.”
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