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PBGÁS tem novo diretor técnico comercial
O contador e funcionário de carreira da Petrobras, Paulo Sérgio Campos, é novo diretor Técnico Comercial da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS). Ele assumiu o cargo no dia 1º de agosto, em substituição ao engenheiro Giovane Rosa, que desempenhou a função cumulativamente a de Diretor Administrativo Financeiro por dois meses.
Funcionário da Petrobras há 12 anos, Paulo Campos tem formação de contador pela URFJ com MBA em Finanças e exerceu cargo de gerente administrativo e financeiro em duas unidades da Petrobrás de exploração e produção entre 2013 e 2015. Atualmente Paulo Campos também ocupa o cardo de Diretor Técnico Comercial da Potigas (Companhia Potiguar de Gás) e acumulará o mesmo cargo na PBGÁS.
Com a mudança a Diretoria Executiva da PBGÁS passa a ser formada pelo diretor presidente, George Ventura Morais, pelo diretor Técnico Comercial, Paulo Campos e pelo Diretor Administrativo Financeiro, Giovane Rosa. O novo diretor Técnico Comercial da PBGÁS, Paulo Campos afirmou que assume a função com objetivo de contribuir com uma equipe técnica bastante experiente e qualificada para expandir a infraestrutura e interligar novos clientes com qualidade e segurança. “É estimulante atuar no segmento de negócio onde você pode, por meio de sua colaboração, promover melhorias, transformação social e desenvolvimento para o Estado”.
Paulo Campos destacou que a companhia vive um momento de expansão de sua rede urbana, possibilitando levar o gás natural a um maior número de consumidores no segmento residencial e comercial. “Nestes primeiros dias fizemos reuniões com todas as equipes das áreas técnica e comercial, onde foram apresentados os projetos, os status das operações e as perspectivas para o futuro. As expectativas são muito positivas nos segmentos do varejo e também do Gás Natural Veicular (GNV), que tem sido bastante procurado diante da política de preços dos combustíveis líquidos ”, avaliou o diretor técnico comercial.
Fórum: Engenheiros apresentam diversas aplicações do gás natural na construção civil
Os benefícios e aplicações do gás natural na construção civil foram apresentados pelos engenheiros da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS), Alairson Gonçalves Filho e Marco Antônio Coutinho, na noite de abertura do III Fórum Inovar& Construir: Tendências Tecnológicas da Construção Civil.
O fórum será aberto na noite desta quarta-feira (8) e segue durante todo dia de quinta–feira (9), no Centro Cultural Ariano Suassuna, com palestras sobre o uso da tecnologia BIM na elaboração de projetos e execução de obra. O presidente do Sinduscon/JP, João Batista, o vice-presidente da FIEP, Magno César Rossi, o presidente da PBGÁS, George Morais, a jornalista e diretora da Revista Edificar, Naná Garcez e o representante da Câmara Brasileira da Construção Civil, Irenaldo Quintans e do Sebrae abriram o evento. Na abertura também contou com palestra do cientista político Leonardo Barreto sobre os cenários político e das eleições 2018, social e econômico do país.
O gerente e de engenheiro da PBGÁS, Alairson Gonçalves Filho, destacou apresentou as vantagens do gás natural e a agregação de valor aos empreendimentos. Ele acrescentou que o gás natural oferece a percepção de modernidade aos prédios e condomínios com a utilização, além da cocção em fogões e fornos e na geração de energia. “O gás natural oferece várias aplicações que vão desde o aquecimento dos chuveiros e piscinas, passando pelas churrasqueiras a gás das Varandas Gourmet, até o conforto da climatização de ambientes da área comum do edifício”.
O gerente de Mercado Residencial e Comercial da PBGÁS, Marco Antônio Coutinho, apresentou aos participantes a infraestrutura de rede de distribuição do gás natural em João Pessoa e Campina Grande, os novos empreendimentos a aderirem ao gás natural e os projetos de ampliação de rede em execução e previstos para o próximo ano. A companhia neste momento está ampliando a rede em João Pessoa com a construção de 4,7 km de que possibilitarão levar o gás natural canalizado a 2 mil residências e comércios localizados em 23 ruas dos bairros do Brisamar, Jardim Luna e Miramar. licações do Gás Natural em Novas Habitações Residenciais.
O engenheiro lembrou que com a greve dos caminhoneiros, muitos moradores de João Pessoa, e até mesmo bares e restaurantes ficaram sem gás, porém, empreendimentos residenciais e comerciais que já estão interligados na rede de distribuição da PBGÁS não enfrentaram problemas de abastecimento, com as suas rotinas mantidas. “A comodidade do fornecimento contínuo, o ganho de espaço sem a necessidade de armazenamento e a economia são alguns atributos do gás natural canalizado”, explicou Marco Coutinho.
Entre os palestrantes do fórum estão o engenheiro e professor Ênio Pazini Figueiredo, o presidente da Comissão de Materiais da CBIC, Dyonizio KLavdianos e o engenheiro Evandro César Ferreira, que falará sobre como as novas tecnologias do cotidiano estão interferindo no projeto de um empreendimento. Também está confirmado o engenheiro civil Ricardo Lombardi Junior, integrante do Grupo Parede de Concreto da ABCP.
O Sinduscon-JP, em parceria com o Sebrae/PB e a Supermidia Comunicação/ Revista EDIFICAR, para o evento tem o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), da PBGÁS da Cerâmica Elizabeth, da Cooperativa da Construção Civil (Coopcon), do CREA-PB e do CRECI-PB.
Tarifa do gás natural sofre reajuste médio de 9,27%. Segmentos residencial e comercial não tiveram aumento
A tarifa do gás natural sofreu um reajuste médio de 9,27%, a parir do dia 1º de agosto na Paraíba. O reajuste apresentado pela Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) será 3,29% menor que o aumento do custo do gás natural de aproximadamente 14% anunciado pela supridora, Petrobras. Já o gás natural fornecido para os segmentos comercial e residencial não sofrerá reajuste.
Mesmo com o reajuste, em análise pela Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB), a PBGÁS está absorvendo parte do aumento do custo do gás com o objetivo de manter a competitividade do produto frente aos energéticos concorrentes. Neste contexto, o reajuste será de 9,97% no segmento industrial, 9,95% no segmento automotivo (GNV), 9,97% no Gás Natural Comprimido (GNC), 9,97% no segmento EBVA (Energético de Baixo Valor Agregado).
Após o reajuste o valor do metro cúbico do GNV, por exemplo, aumentou em 0,30 centavos em João Pessoa, com a incidência do ICMS e impostos. O metro cúbico vendido pela PBGÁS aos postos sai de R$ 2,31 para R$ 2,50. Já o preço na bomba, que é de responsabilidade dos proprietários de postos, está R$ 3,49 na grande João Pessoa e R$ 3,69 em Campina Grande. Mesmo com o reajuste, o GNV mantem sua competitividade frente à gasolina sendo 37% mais econômico em João Pessoa e 39% em Campina Grande.
A PBGÁS se colocou à disposição da sociedade através de seus segmentos de mercado, para estudar formas de incentivar o aumento de consumo considerando as diversas vantagens do uso de Gás Natural, assim como dar continuidade a seu plano de investimentos para disponibilizar os benefícios por todo o estado da Paraíba. Na semana passada a diretoria e a gerência de mercado industrial reuniram com os representantes dos postos discutindo de forma transparente os critérios do reajuste.
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