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Gestores da PBGÁS participam de seminário de Controle Interno

Gestores da PBGÁS participam até sexta-feira (22), da Semana Estadual de Controle Interno que está sendo promovida pelo governo do Estado, através da Controladoria Geral do Estado (CGE) em parceria com a Escola de Serviço Público do Estado da Paraíba (ESPEP).
Destinada aos servidores públicos estaduais e municipais no auditório do Sebrae/PB, a II segunda edição do evento dispõe de uma vasta programação até o dia 22 de fevereiro, incluindo palestras e workshops sobre planejamento de contratação, licitação, sistemas de convênios federais.
Para a assessora da presidência da PBGÁS, Erika Del Pino, as palestras são importantes para nivelar os gestores do governo do Estado nas atividades que envolvem controle interno, a Lei da Transparência e as responsabilidades dos gestores e servidores públicos. Outros gestores das áreas da companhia nas áreas de Licitação, Jurídico, Comunicação, Engenharia, Operações e Manutenções e Segurança e Saúde participam das atividades de capacitação e aprimoramento.
Governador inaugura gasoduto e liga 2ª maior termoelétrica do NE ao gás natural
O governador João Azevêdo participou, na manhã desta segunda-feira (18), do ato de ligação da termoelétrica Epasa ao gasoduto da PBGás. Na ocasião, também foi entregue 1,5 km da rede de gasoduto no Distrito Industrial de João Pessoa, que poderá atender ao aterro sanitário e a outras indústrias que venham a se instalar no entorno da área.
Após a ligação simbólica do gás natural na Estação de Regulação e Pressão, o governador, acompanhado da vice-governadora Lígia Feliciano, dos diretores da PBGás, da Epasa e de secretários de estado conheceram as instalações e a central de monitoramento da 2ª maior usina a óleo combustível do Nordeste, que passa a utilizar o gás natural em suas caldeiras.
João Azevêdo destacou que a ligação das caldeiras para geração de vapor é um primeiro passo para que, no futuro, com a substituição dos motores a óleo, a usina possa funcionar toda no gás natural e servir até para a geração de energia. “Sabemos que as termoelétricas são importantes como energia complementar a hidroelétrica, solar e eólica e necessitamos que ela continue funcionando e que possa, com o gás natural, melhorar o seu processo produtivo, reduzir a emissão de poluentes e fortalecer a matriz energética do Estado”, observou.
O governador acrescentou que nos últimos oito anos a Paraíba buscou equacionar a distribuição de energia com a execução da linha de transmissão em 500 kW que liga Milagres, Cajazeiras, Santa Luzia e a linha de Campina Grande e João Pessoa, que permitirá a Paraíba ser um grande pólo de distribuição. “Temos concedido incentivos fiscais e locacionais que geram a atração de novas indústrias, inclusive um conjunto de parques de energia eólica e placas fotovoltaicas instalados na Paraíba. Esse é o caminho para fortalecer a nossa matriz energética”, ressaltou.
De acordo com a diretora-presidente da PBGás, Tatiana Domiciano, o investimento da companhia na construção do gasoduto e na ligação da termoelétrica foi de mais de R$ 1 milhão e o novo gasoduto poderá atender outras indústrias que venham a se instalar no entorno da área do Distrito Industrial. “Estamos garantindo que a 2ª maior termoelétrica do Nordeste a óleo possa operar suas caldeiras ao gás natural e em um futuro próximo incorporar também os seus motores, o que irá gerar um volume considerável de gás, que é um combustível que emite menos poluentes”, explicou.
O presidente de Epasa, José Ferreira Abdal Neto, afirmou que a ligação do gás natural é um momento importante para a termoelétrica, já que com a conversão dos motores e caldeiras ao gás a emissão de gases poluentes sofrerá uma redução de cerca de 80%. “Nesta primeira etapa, o uso do gás natural na geração de vapor das caldeiras já traz vantagens como a redução dos caminhões para o abastecimento do óleo, propiciando um ambiente mais limpo e seguro”, explicou.
José Ferreira Abdal adiantou que o próximo passo será a conversão dos motores ao gás natural. “Já iniciamos um projeto de pesquisa para a conversão de um dos motores e esperamos no segundo semestre do ano fazermos a ligação e sermos um dos grandes clientes da PBGás. No processo produtivo esperamos uma redução entre 17% e 20% do custo em relação ao óleo diesel. Isso é algo muito relevante”, completou.
Epasa – As Centrais Elétricas da Paraíba S.A. – Epasa foi constituída para construir e explorar as usinas Termoparaíba e Termonordeste, vencedoras de leilão Aneel em 2007. A usina iniciou suas operações em dezembro de 2010. Considerando a potência instalada, as duas usinas, juntas, constituem a 2ª maior planta termoelétrica a óleo combustível no Nordeste, respectivamente.
As termoelétricas geram energia que é distribuída pela rede elétrica para vários estados do país e, em caso colapso na rede elétrica, a termoelétrica tem capacidade de suprir a demanda de energia em mais de 40% do estado da Paraíba.
A Epasa gera 450 empregos, sendo 156 empregos diretos de alta qualificação (engenheiros e técnicos) e cerca de 300 indiretos nas áreas de apoio, alimentação e transporte. A empresa também recebe incentivos fiscais do Governo do Estado, por meio da Receita do Estado e locacionais pela Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep).
PBGÁS liberou RS 612 mil para motoristas que instalaram kits GNV
A PBGÁS registrou um crescimento em 2018 nos investimentos do Programa de Incentivo ao GNV, que bonifica os motoristas que instalar o kit Gás Natural Veicular (GNV) nas convertedoras credenciadas de João Pessoa e Campina Grande Segundo dados da companhia, enquanto em 2017 o programa de Programa investiu R$ 160 mil, beneficiando 269 motoristas, em 2018, foram investidos R$ 451 mil para 620 novos clientes.
No mês de junho do ano passado, a PBGÁS ampliou para R$ 1 mil o bônus para motoristas que instalassem o kit de Gás Natural Veicular (GNV) de 5ª geração com cilindro novo em uma das convertedoras credenciadas de João Pessoa e Campina Grande. Já para os kits de 5ª geração com cilindros requalificados, o incentivo é de R$ 800,00.
De acordo com a diretora-presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, “o programa de incentivo é essencial para estimular as conversões, tendo em vista que a economia no abastecimento pode compensar o custo na conversão do carro para o gás em poucos meses, viabilizando o investimento pelo motorista, com o bônus da PBGÁS”, avaliou Tatiana.
O gerente de mercado industrial e automotivo da PBGÁS, Alairson Gonçalves Filho, disse o investimento do bônus significa um motivo a mais para o motorista optar pelo GNV e um estímulo para a movimentação de toda a cadeira do gás como as oficinas de instalação e os 38 postos GNV na Paraíba. “A PBGÁS acredita que esse incentivo vai continuar estimulando novas conversões para os motoristas, que poderão economizar cerca de 25% em relação a gasolina e o etanol. O GNV é mais econômico do que os demais combustíveis líquidos e historicamente sempre foi desde o início do fornecimento do Estado da Paraíba a cerca de 20 anos e acreditamos que a tendência é que o nível de competitividade melhore mais”, explicou.
Para receber o benefício, basta o motorista realizar a conversão e regularização de seu veículo no período de vigência do Programa de Incentivo ao GNV, em convertedoras credenciadas pela PBGÁS em João Pessoa (New Gás, Extra Gás e GNV Prime) e Campina Grande (Maecio Serviços). De acordo com as regras do programa, depois, é só comparecer na PBGÁS com a documentação que comprove a conversão do veículo e receber um cheque nominal no valor de R$ 800,00 ou R$ 1 mil.
Mais detalhes sobre o Programa de Incentivo ao GNV podem ser consultados no endereço eletrônico www.pbgas.com.br ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo 0800 281 0197 ou 117.
Regulamento da campanha
https://siteantigo.pbgas.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Regulamento_do_Programa_GNV.pdf
PBGÁS empossa nova comissão de prevenção a acidentes de trabalho

Os novos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), eleitos para o mandato 2019/2020, tomaram posse na manhã desta quinta-feira (7). O novo presidente da CIPA será o Técnico de Processos Operacionais, Daniel Gomide e o vice-presidente, o engenheiro Ranieri Queiroz Vilar, ambos da Gerência de Operações e Manutenção (GOM).
A posse da nova comissão contou com a presença do diretor Administrativo Financeiro da PBGÁS, Giovane Rosa, do Gerente de Recursos Humanos, Dennison Melo e colaboradores da companhia. O diretor Giovane Rosa agradeceu em nome da diretoria executiva o envolvimento dos membros da CIPA na gestão passada e destacou que a companhia será sempre uma grande aliada da comissão, apoiando as ações de prevenção de acidentes e, principalmente, a segurança dos colaboradores da companhia.
Os demais membros são Breno Honorato, Saulo Henrique, Isabela Assis, Luana Angélica de Paula, Jardel Gomes, Felipe Furtado e Helyel Nunes, que será o representante da companhia em Campina Grande. O período da gestão da CIPA será de 1 ano.
O novo presidente da CIPA, Daniel Gomide, destacou o empenho de todos os componentes da gestão anterior e enfatizou que os novos membros iniciam a gestão muito motivados e sabendo do tamanho do desafio de cuidar da segurança e da saúde dos colaboradores PBGÁS. Daniel Gomide lembrou, ainda, o papel da diretoria e da equipe da Gerência de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, que sempre apoiaram a realização do trabalho de forma plena pela CIPA. “Nossa missão será o que preconiza a NR-05 – ter como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador”, completou Gomide.
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