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Abertura do mercado de gás é discutida pelas distribuidoras do Nordeste
O novo mercado do gás e as estratégias de fortalecimento do setor nos estados nordestinos foram debatidos no encontro das Distribuidoras de Gás Natural do Nordeste realizado nesta quinta-feira (19), em Natal (RN). Projetos prioritários como as compras coletivas pelas companhias, desafios regulatórios e de interligação de gasodutos entre Estados visando a interiorização em regiões com potencial de consumo também foram discutidos pelos representantes das distribuidoras e representantes da Agência Nacional de Petróleo (ANP) que elaboraram um documento para o Consórcio de Governadores do Nordeste.
O encontro foi aberto pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra e contou com a participação do senador Jean Paul Prates, dos diretores da ANP, José Cesário Cecchi e a da Abegás, Marcelo Mendonça e os diretores das distribuidoras de gás do Nordeste Paraíba (Pbgás), Ceará (Cegás), Rio Grande do Norte (Potigás), Pernambuco (Copergás), Alagoas (Algás), Sergipe (Sergas) e Bahia (Bahiagás).
O diretor da ANP, José Cesário Cecchi, afirmou que as perspectivas para o novo mercado de gás são boas a partir dessa chamada pública das distribuidoras que terão a oportunidade de comprar gás não apenas da Petrobras, mas de outras supridoras. Segundo ele, estabelecido os desafios de transporte o preço da partícula do gás tende a baixar, o que será positivo para toda a cadeia do gás.
A diretora- presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, disse que o encontro fortalece a posição das distribuidoras do Nordeste nas discussões do mercado do gás, a medida em que as distribuidoras sem reúnem para traçar reinvindicações e proposições para melhoria da cadeia. “A interiorização do acesso ao Gás natural, investimentos e ampliação na malha de transporte da linha que atende aos estados da região e a perspectiva de contratação de novos supridores foram temas tratados para avanço e melhoria da oferta do gás”, completou Tatiana.

PBGÁS promove palestra alusiva ao Setembro Amarelo
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da PBGÁS realizou palestra sobre Trasnstornos psicossomáticos no ambiente de trabalho na terça-feira (3), em alusão ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. A diretoria executiva da PBGÁS Tatiana Domiciano (diretora-presidente), Taciana Amaral (Diretora-Administrativa financeira) e Paulo Campos (Diretor Técnico-Comercial) e a médica do trabalho, Dra Mônica Castro participaram da atividade.
Após um café da manhã e uma atividade laboral comandada pelo educador físico Alan Santos, os colaboradores da PBGÁS ficaram energizados para a palestra da farmacêutica do Sesi, Tânia Toscano, que falou sobre stress no ambiente de trabalho e sobre prevenção ao suicídio na sociedade. “Muitos jovens tem sofrido desse mal por não saberem lhe dar com toda essa interconectividade tecnológica que trouxe benefícios, mas também provoca um isolamento nas pessoas que se sentem sozinhas para partilhar seus conflitos”, alertou a especialista.
A especialista falou da importância das pessoas com sintomas de depressão devem falar com parentes, amigos e procurar um especialista para resolver seus problemas e angustias. Segundo ela, esse é o assunto que não pode ser negligenciado pelos amigos e parentes. “Temos que reconhecer que não somos essa fortaleza toda e é preciso cuidar do corpo, da mente e procurar amigos profissionais para partilhar a nossa dor”, completou Tânia.
Epasa comemora economia após implantação do gás natural
Os dirigentes da usina Termoelétrica Epasa comemoram a economia e a diminuição na emissão de poluentes, após seis meses da substituição do óleo diesel pelo gás natural para funcionamento de suas caldeiras para a produção de vapor. No mês de fevereiro deste ano, a Epasa, segunda maior usina termoelétrica do Nordeste, iniciou a sua operação com o gás natural e projeta, até o mês de fevereiro de 2020, começar a utilização do gás natural em um dos motores da usina para geração elétrica. Um gasoduto de 1,5 km. ligando a Br-101 até a entrada da usina. foi inaugurado no mês de fevereiro deste ano pelo governador João Azevêdo e diretores da PBGÁS.
O presidente de Epasa, José Ferreira Abdal Neto, afirmou que a ligação do gás natural trouxe bons resultados no que diz respeito a economia, primeiramente por agilizar a partida das máquinas, eliminando o uso do diesel na partida dos motores e pela emissão de menos poluentes no meio ambiente. “O uso do gás natural nas caldeiras também traz vantagens como a redução dos caminhões de abastecimento e o armazenamento do óleo, propiciando um ambiente mais limpo e seguro”, explicou.
Na avaliação de José Ferreira Abdal, a utilização do gás natural nas usinas termoelétricas é um caminho sem volta, já que o Governo Federal trabalha na perspectiva de exigir que as termoelétricas utilizem o gás natural nos futuros leilões de energia. “O Governo Federal está preparando uma consulta pública e estamos nos preparando para inserir o gás natural em nossos motores para não ficarmos de fora, até porque está aderente ao nosso processo e infraestrutura. Há dois anos iniciando o nosso processo de injeção eletrônica com o combustível líquido e para gás e, neste período, o Governo do Estado, por meio da PBGás, trouxe a rede de gasoduto até a nossa porta. Estamos concluindo esse projeto para iniciar os testes com combustíveis líquidos em dezembro deste ano e com gás natural em fevereiro”.
Na semana passada, o gerente de mercado industrial da PBGás, Alairson Gonçalves Filho, realizou uma palestra no auditório da Epasa sobre as vantagens e tendência do mercado do gás natural. “O gás natural é o combustível da transição, e as empresas estão empenhando esforços em conjunto para viabilizar a migração da usina, a conversão trará uma energia mais limpa e mais competitiva, além de impulsionar a PBGás para um outro porte, viabilizando assim uma aceleração da universalização do gás no estado da Paraíba”, comentou Alairson.
Epasa – As Centrais Elétricas da Paraíba S.A. – Epasa foi constituída para construir e explorar as usinas Termoparaíba e Termonordeste, vencedoras de leilão Aneel em 2007. A usina iniciou suas operações em dezembro de 2010. Considerando a potência instalada, as duas usinas, juntas, constituem a segunda maior planta termoelétrica a óleo combustível no Nordeste, respectivamente.
A Epasa gera 450 empregos, sendo 156 empregos diretos de alta qualificação (engenheiros e técnicos) e cerca de 300 indiretos nas áreas de apoio, alimentação e transporte. A empresa também recebe incentivos fiscais do Governo do Estado, por meio da Receita do Estado e locacionais pela Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep).
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