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Dirigentes das companhias de gás do Nordeste debatem a indústria do gas natural em encontro

Os dirigentes das Distribuidoras de Gás Natural do Nordeste estão reunidos nesta quinta-feira (24) e sexta-feira (25), em Fortaleza. A programação inclui debates sobre a Lei do Gás nos contextos estaduais, regulamentações e contratos de suprimento de gás, entre outros temas relacionados ao mercado de gás.
O evento inclui discussões acerca de assuntos a serem levados à frente parlamentar de energia e a apresentação de estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sobre a demanda de gás natural da região Nordeste. Uma visita à usina de biometano do Aterro Sanitário Municipal Oeste de Caucaia também integra a grade de atividades.
O diretor presidente da PBGÁS, Jailson Galvão, que participa do encontro, falou sobre a promulgação da Lei do Gás Estadual pelo governador da Paraíba, João Azevedo, em novembro passado, de forma pioneira e adequada à nova lei do gás nacional, que faz uma ampla revisão do marco legal em prol da formação de um mercado de gás natural atualizado e competitivo. “Essa nova lei possibilitou que o Estado da Paraíba adotasse regras claras para os consumidores, possibilitando novas modalidades de contratação e condições atrativas para o mercado”.
Um dos pontos novos da Lei do Gás é a regulamentação das condições técnicas e operacionais para o funcionamento do mercado livre no Estado da Paraíba, onde o consumidor poderá escolher comprar o gás da PBGÁS ou direto de um supridor, desde que o gás seja escoado para sua unidade pela infraestrutura de distribuição dos gasodutos da PBGÁS (concessão estadual).
O encontro em Fortaleza é organizado pela Companhia de Gás do Estado do Ceará (CEGÁS), sendo representada por seu diretor-presidente, Hugo Figueiredo, e por seu diretor técnico e comercial, Enaldo Valadares.
O evento conta, além do diretor-presidente da PBGÁS, Jailson Galvão e do diretor-presidente da Cegás e presidente do Conselho de Administração da Abegás (Associação Brasileira das Empresas de Gás Canalizado), Hugo Figueiredo, com a participação do diretor administrativo-financeiro da MTGAS (empresa convidada), Manoel Antônio Garcia Palma; do gerente de estratégia, riscos e conformidade da ALGÁS (AL), Roney Presbitero; do diretor-presidente da GASPISA (PI), Roberto Alves Pereira; do diretor-presidente da BAHIAGÁS (BA), Luiz Gavazza; do diretor-presidente da COPERGÁS (PE), André Campos; da gerente jurídica da POTIGÁS (RN), Mariana Siqueira; e do diretor de Estratégia e Mercado da Abegás, Marcelo Mendonça.
Após alta da gasolina, abastecer com GNV pode trazer economia de R$ 800 por mês
Com a disparada nos preços dos combustíveis líquidos, o Gás Natural Veicular (GNV) vem garantindo a redução dos gastos na hora de abastecer o veículo na Paraíba. Atualmente, rodar com o GNV gera uma economia de 41% para motoristas da Grande João Pessoa e 39% de Campina Grande. A competitividade leva em conta a relação do valor do combustível, desempenho médio do veículo e distância percorrida com a gasolina e o gás natural.
Segundo levantamento da Companhia Paraibana de Gás (PBGás) no aplicativo Preço da Hora, realizado no dia 14 de março, o valor médio da gasolina nos postos da Capital é de R$ 7,00, enquanto do GNV é de R$ 5,12.
O diretor-presidente da PBGás, Jailson Galvão, destacou que essa é uma economia considerável para motorista, principalmente os que rodam muito e utilizam o carro como instrumento de trabalho que podem aumentar seus lucros. É só fazer a conta que o motorista percebe que ele vai rodar mais e gastar menos com o combustível. Com a diferença no preço dos combustíveis, em alguns meses o motorista tira o investimento no kit GNV e passa a ter uma margem de lucro bem melhor”, explicou.
Jailson destacou, ainda, os avanços verificados nos últimos anos nos kits GNV e a importância da instalação em oficinas homologadas pelo Inmetro. “Hoje os kits de 5ª geração preservam integralmente o desempenho do veículo, a sua economia e ainda contribuem com o meio ambiente, pois emite menos poluentes”.
O gerente de Mercado Automotivo da PBGás, Alairson Gonçalves Filho, lembrou que historicamente o GNV é mais econômico que a gasolina e o etanol. O GNV ao longo do tempo, assim como é hoje, sempre foi mais barato que os demais combustíveis líquidos. “Imagine se você tivesse economizado nos últimos 20 anos aproximadamente 40% dos gastos com todo combustível que abasteceu, seria um bom dinheiro. Quem roda com GNV sabe disso e se mantém do lado da economia”, explicou.
Grafico comparativo de economia GNV X Gasolina:
Projeto ‘Nascente Viva’ une órgãos do Estado e iniciativa privada para plantio de 1 milhão de mudas nas nascentes do Rio Paraíba
O governador João Azevêdo lançou o projeto ‘Nascente Viva’, em solenidade realizada no Palácio da Redenção, nesta quinta-feira (3). A meta é desenvolver uma série de ações capazes de promover a recuperação das nascentes e Áreas de Preservação Permantes (APP’s) no alto e médio curso do Rio Paraíba.
O ponta pé inicial do projeto será no município de Monteiro onde o governador planta simbolicamente as primeiras 16 mil mudas na nascente do Rio Paraíba. O projeto prevê a recuperação de mais de 360 hectares e o plantio de um milhão de mudas numa parceria entre a Sudema, a Secretaria de Infraestrutura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente, PBGÁS, Cagepa, DER e empresas como a Rio Alto que possui parque eólico na região de Santa Luzia.
“É o maior programa de recuperação das matas ciliares e nascentes do Rio Paraíba. O Rio Paraíba é o nosso maior rio, rio da integração paraibana, passou por muitos anos de degradação. E esse projeto vai beneficiar mais de 360 hectares, com o plantio de mais de um milhão de mudas. Esse será, brevemente, o renascer do Rio Paraíba. Podemos dizer que o projeto será uma verdadeira fábrica de águas”, declarou o governador João Azevêdo.
O diretor-presidente da Sudema, Marcelo Cavancante, informou que o projeto deve atuar na recuperação de 200 nascentes, totalizando uma área de 633 mil hectares ao longo do alto e médio curso do Rio Paraíba. Ele destacou a importância da participação de empresas parceiras e dos 24 municípios diretamente beneficiados.
O diretor-presidente da PBGÁS, Jailson Galvão, ressaltou a importância do projeto para a recuperação de áreas degradadas ao longo do Rio Paraíba e que a Companhia Paraibana de Gás fará sua parte com o plantio inicial de cerca de 3 mil mudas dentro de sua missão de promoção de ações de responsabilidade socioambiental. “Com a orientação técnica da Sudema, a PBGÁS e as demais empresas parceiras vão possibilitar o plantio de árvores e uma série de ações ambientais que irão recuperar o ecossistema do maior rio que cruza o nosso Estado”.
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